Relato do nascimento de Clarice

quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Hoje era o dia provável do meu parto, então hoje sai o relato.

Comcei a pensar no segundo parto antes mesmo de engravidar da Clarice. Não sei exatamente em que momento que caiu a ficha que a antítese prefeita daquele parto normal cheio de intervenções (ocitocina, anestesia, episiotomia e fórceps) não era uma cesárea, mas um parto natural, ou seja, um parto normal sem intervenções.

Prometi para mim mesma que, numa segunda gravidez, seria diferente. Quando soube que estava grávida, passei a pensar nisso com mais afinco. E comecei a me informar, a ler sobre o assunto, a pesquisar e a devorar tudo que fosse relativo a parto natural e humanizado.

Em vez de ler os livros clássicos como "O que esperar quando você está esperando" (que já tinha lido na primeira e que é completamente mainstream), procurei outras leituras, livros, textos, depoimentos e vídeos que mostrassem o outro lado, o lado do parir naturalmente, com os hormônios do próprio corpo, no tempo da mulher (e do bebê), encarando a dor não como sofrimento, mas como um passo a mais para estar perto do seu filho. Vendo as contrações como abraços do útero no bebê, como algo que vai ajudá-lo a sair de lá, e não como algo que veio para nos fazer sofrer. Li sobre formas alternativas de analgesia, como água quente, massagens e, principalmente, apoio.

Por isso, achei melhor contratar uma doula, alguém experiente que me ajudasse a superar meus medos, minhas barreiras internas, que começavam com a tal da cesárea prévia. Logo vi que isso custaria caro e resolvi economizar nos outros itens para ter um parto mais respeitoso, que não fosse comandado por um médico, mas protagonizado por mim.

Feita a introdução, que já foi esmiuçada em outros posts, vamos ao início do trabalho de parto.

***********
Com 37 semanas, três dias antes do parto, comecei a sentir cólicas. Mas, como sabia que os pródromos poderiam durar duas semanas, fiquei tranquila e não comentei com ninguém, nem com a médica nem com a doula. Só com o Bernardo, pois precisava me queixar um pouquinho, né?

Ele perguntou se eu queria tomar um analgésico e eu disse que não. Eu queria sentir tudo, cada pedacinho desta maravilhosa experiência. Só que eu não sabia que estava tão próxima assim do parto. Como ela estava com baixo peso, eu queria que ela ficasse mais tempo lá dentro. Se fosse para passar duas semanas com cólica, eu teria passado. Estava decidida.

Tínhamos ido a um jantar com amigos na noite de quinta e, por volta das 5h da manhã de sexta, dia 23 de julho, acordei molhada. Eu estava com 38 semanas e 1 dia. Na hora, tive certeza de que não era xixi, mas, mesmo assim, coloquei a mão para checar: a água jorrava. Cutuquei Bernardo e disse: "Bê, estourou a bolsa". Ele deu um pulo da cama e assim começou o nosso dia. Ele achava que eu deveria voltar a dormir. Eu achava que tinha que preparar a sacola da maternidade, já que não tinha deixado a minha pronta (só a da Clarice), numa tentativa semi-consciente de segurar o bebê.

Me levantei calmamente, coloquei um absorvente, e comecei a separar as coisas para levar para a maternidade - que ainda não sabia qual seria, pois, como a Clarice havia passado a maior parte da gravidez sentada (pélvica) e havia virado de cabeça para baixo (cefálica) havia uma semana, eu tinha começado a cogitar até um parto domiciliar, tinha conversado com um parteira no sábado, no encontro do Ishtar, visitado a segunda parteira na quinta e tentaria falar com uma terceira (a última, das indicadas em Brasília) na própria sexta, dia em que a bolsa estourou.

Como já contei em outro post, as parteiras que eu visitei não toparam acompanhar o parto por várias razões e eu tinha trocado de obstetra na 35a. semana. Estava com uma que me passava confiança e uma doula ótima, nada podia dar errado. Enquanto arrumava as coisas, a água jorrava de mim e deixei parte da cama e o chão completamente molhados, mesmo usando absorvente.

Depois, liguei o computador para mandar um email para a doula e a doula substituta (a minha doula estava com viagem marcada para o dia seguinte e eu sabia que o trabalho de parto poderia durar muito) e a encontrei on-line. Ia comunicar por email porque era muito cedo e eu não ia ligar para elas, já que sabia que o negócio poderia demorar a engrenar. Falei para ela: "A bolsa estourou". Ela disse que foi a primeira vez que recebeu este comunicado on-line.

Ao conversar com ela no Gtalk, percebi que a água ia parando de escorrer. "É que a Clarice encaixou", ela disse. E veio pra minha casa trazendo uma garrafa térmica com chá de canela, que, dizem, ajuda a acelerar o TP.

Eu já tinha uma consulta com a obstetra às 9h e fui pra lá, feliz da vida. Clarice tinha virado de cabeça para baixo (cefálica) havia uma semana e estava do lado esquerdo, melhor posição impossível. E estava encaixada. Ela fez um toque e disse que o colo ainda não estava totalmente apagado e me falou que ia esperar 12h para eu entrar em TP (com contrações). Eu fiquei meio tensa com este prazo, mas confiante. Saí de lá e voltei pra casa, onde fiz exercícios com a bola suíça e tentei me acalmar. Cecília estava um pouco tensa, sentiu a nossa tensão, e esta foi a parte mais difícil de administrar. Pedi que a empregada a levasse ao parque e marquei para a tarde uma sessão de acupuntura para acelerar o TP.

Pouco depois de voltarmos pra casa, meu tampão saiu e comecei a sentir as contrações, ainda desritmadas, mas algumas já fortes. Resolvi arrumar o quarto da Clarice, faltava ajeitar os últimos detalhes e colocar um adesivo na parede. Bernardo e Cecília vieram ajudar e ficamos pelo menos uma hora nisso. Foi gostoso estar com os dois nesta hora. Por volta do meio-dia, meu primo me liga dizendo que estava em Brasília a trabalho e voltaria no mesmo dia, que queria nos ver. Convidei-o para almoçar conosco e combinei com Bernardo que não falaríamos nada, para não criar expectativa na família. Já bastavam as nossas expectativas. Almoçamos e conversamos e ele foi embora para o aeroporto sem perceber nada.

Seguimos para a acupuntura e, mesmo antes de chegar lá, as contrações começaram a ficar regulares: de 10 em 10 minutos. Fiz uma sessão que durou uma hora e meia, com agulhas e eletrodos, e as contrações foram se tornando mais doloridas, mais prolongadas (cada uma durava uns 40, 50 segundos) e com intervalo reduzido: de 8 em 8 minutos.

Saí da acupuntura mais feliz e confiante que nunca, pois agora era certo que o TP tinha engrenado. A obstetra tinha ligado e falado que seria bom nós passarmos no Posto de Saúde onde ela atendia à tarde, para checar os batimentos cardíacos do bebê. Como era perto de casa, passamos lá. Ela ouviu o coração, tirou minha pressão e estava tudo bem, mas, não sei o que deu nela, alguma intuição (ou pela localização do coração na barriga), ela resolveu fazer outro toque. Topei. Aí veio a decepção: em vez de sentir a cabeça, ela sentiu o pé do bebê no canal de parto.

Eu não acreditei, não podia ser, ela havia virado havia uma semana, estava super bem posicionada. Comecei a chorar copiosamente no posto de saúde. Ela e outra médica vieram me acalmar, mas eu não me conformava. Sabia que no Brasil são raríssimos os profissionais que topam fazer um parto de bebê pélvico e a minha médica já tinha me dito que ela não faria. Mesmo a minha bebê sendo pequena, eu também não sei se eu toparia correr o risco.

Pedi a ela um tempo, pois achava que Clarice ainda podia desvirar. E queria ter certeza disso, fazer um ultrassom. Eu já tinha um ultrassom marcado para este dia e faltei, pois estava em TP. Cheguei a ir à clínica e pedir encaixe em outro horário, mas a médica ultrassonografista não aceitou. Segui para o pronto socorro do hospital onde Clarice nasceu e consegui fazer um ultrassom lá (depois de mais de uma hora de espera, com contrações já fortes, de 6 em 6 minutos). Aí a tela mostrou que ela estava córmica, ou seja, transversa, deitada e com o pé no canal de parto. Esta posição consegue ser pior que sentada para um parto normal.

Liguei para a minha médica e contei-lhe do ultrassom. Disse-lhe que não tinha pressa nenhuma em fazer a cesárea e que ela me dissesse qual hospital tinha o melhor anestesista, pois, já que ia cair na faca, precisava estar cercada de bons profissionais. Ela ligou para os dois hospitais possíveis e descobriu que às 19h começava o plantão do melhor anestesista com quem ela já havia trabalhado. Já eram umas 18h e ela me disse que eu poderia me internar.

Como eu não tinha pressa e o hospital era perto de casa, falei que queria passar em casa antes. A esta altura, as contrações já me obrigavam a abaixar a cada 5 minutos e ficar de cócoras estivesse eu onde estivesse. Chegamos em casa, pegamos as coisas, falamos com a Ciça que Clarice ia nascer naquele dia (até então, não tínhamos dito nada, pois não sabíamos se seria naquele dia mesmo). Ela ficou feliz, pois, no dia anterior, tinha dito que não queria mais a Clarice na barriga, que queria a Clarice "nascida". Me deu um beijo e me desejou boa sorte. Saí de casa mais tranquila, apesar de saber que passaria por uma cesárea.

A partir disso, não sei como cheguei ao hospital nem como aguentei os longos minutos para a internação se confirmar, pois a burocracia era enorme. Chegamos ao hospital junto com a médica e logo em seguida chegou a doula. Eu já estava com dores fortíssimas, que vinham e iam (e, nos poucos minutos que estava sem dor, eu estava ótima). Eu estava feliz em sentir todas as contrações, sabendo que, independentemente da posição da Clarice, elas a ajudariam a nascer. E isso me fazia suportar a dor. Eu gritava na sala, nem me importava com os olhares alheios.

A médica, que também é acupunturista, pressionava um ponto no meu cóccix que aliviava em 50% a dor das contrações. Ela e a doula foram me ajudando a segurar a onda enquanto Bernardo cuidava dos papeis da internação. Depois de ter feito cocô o dia inteiro (faz parte do TP), eu falei para a médica que agora estava com uma vontade incontrolável de fazer cocô. Aí ela ficou alarmada, pois sabia, pela minha cara e pelas fortes e longas contrações, que quase não tinham mais intervalo entre si, que eu estava entrando no expulsivo.

Não sei como, agilizaram tudo na mesma hora e, por minutos, eu não pari naquela sala. Seguimos voando para o centro cirúrgico, trocamos de roupa e logo eu estava deitada na maca. Deitada é realmente a pior posição do mundo para uma grávida com contrações. Ali, naquela maca, enquanto o anestesista se preparava, tive as piores dores. E dava uma certa tristeza estar tão perto do expulsivo e não poder parir como eu queria. O médico foi rápido, enfiou a agulha nas minhas costas e na mesma hora eu não senti mais nada. Não nego que foi um alívio, pois já não havia intervalo entre as contrações, mal dava tempo de respirar.

Bernardo estava do meu lado esquerdo e a doula, do lado direito, me acalmando e narrando as manobras que a médica fazia para retirar a minha Clarice espoleta da barriga. Sim, mesmo em cesáreas são necessárias manobras para se retirar um bebê pélvico (a esta altura, ela estava sentada de novo). Eram 19:45 (me disseram depois), quando Clarice nasceu. Primeiro saiu a bundinha, depois as pernas, tronco, braços e por último a cabeça, enroladinha no cordão. Logo ela chorou e veio para mim. Era pequena e perfeitinha, uma lindeza. Todos na sala que conheciam a Ciça afirmaram em coro: é a cara da irmã. Os que não conheciam diziam parecer com o pai.

Ela foi levada ao berçário e Bernardo foi junto. Pedi à médica que não deixassem aplicar o colírio, já que ela tinha nascido de cesárea e a indicação é para partos vaginais (pois existe risco de contágio caso a mãe tenha gonorreia). Me disseram que, como a minha bolsa estava rota havia muito tempo, tinham que fazer. Eu, deitada e senso costurada, não pude fazer muito, mas pedi que ao menos ela viesse mamar quando acabassem as intervenções. Bernardo ia e vinha do berçário, onde fazia pequenos filminhos da nossa menina e vinha correndo me mostrar.

Acabada a cirurgia, seguimos para a recuperação. Fui acompanhada de Bernardo, da médica e da doula. Como logo chegou outra mulher, pediram que ele saísse. Mas a médica e a doula ficaram comigo e trouxeram Clarice para mamar, ainda sujinha de vérnix, enrolada numa mantinha do hospital. Ela veio e mamou no meu peito direito, o que eu tive mais dificuldade de amamentar a Ciça, pois ele é meio plano. Mas Clarice não se melindrou, chegou e mamou como se não houvesse amanhã. Foi emocionante, todas nós vibramos, pois sabíamos o quanto isso representava para mim. A médica tirou fotos com o iPhone como se fosse a primeira vez que ela via um bebê mamando.

Após mamar o quanto quis, ela foi levada de volta ao berçário, enquanto o efeito da anestesia passava. Lá deram banho e a vestiram. Eu pedi para vê-la de novo, mas disseram que ela estava dormindo. Na hora de subir para o quarto, as enfermeiras a trouxeram e colocaram num bercinho. Não sem antes pedirem para tirar fotos com ela. Todo mundo ficou babando por ela e ela lá, dormindo. Um segurança veio nos acompanhar e subimos para o quarto, onde Bernardo nos esperava para a nossa primeira noite em família. Nesta noite, ninguém dormiu, pois Clarice mamava praticamente de hora em hora e eu estava tão, mas tão feliz que não tinha sono que me nocauteasse.

Apesar da cesárea, ela havia nascido super bem, com uma vitalidade incrível, Apgar 9 e 10, acertou a pega de cara e mexia a cabeça tão bem enquanto mamava que parecia um bebê maior. E, não sei se para me acalmar ou não, a doula me disse algumas vezes, durante a recuperação: "A Clarice nasceu de parto normal, você é que passou por uma cesárea", querendo dizer que eu cheguei até o fim do meu trabalho de parto e que ela só não passou pelo canal de parto, mas passou por todo o processo de parto natural, sem analgesia e sem ocitocina artificial. Depois a médica me disse que aquela dor que eu estava sentindo é a da fase final mesmo, que não ficaria mais forte, eu já estava no expulsivo.

Eu sei que, se fosse em outro país, Clarice nasceria de parto normal. Como eu já sabia que os médicos que consultei (mesmo os que assistem parto domicilar) não concordariam em acompanhar um parto de bebê pélvico, fiquei tranquila, sei que fiz o melhor que pude, até o final. E agradeço demais por ter sentido tudo, desde o início, por ter sentido o meu corpo trabalhando para trazê-la ao mundo, por termos trabalhado juntas, ainda que ela tenha virado.

P.S. Eu desconfio que ela tenha virado durante a sessão de acupuntura. Depois de ativar uns pontos que fizeram aumentar na hora as contrações, o acupunturista me virou do lado direito e colocou umas agulhas com eletrodos na bacia, segundo ele para relaxar a bacia. Não sei como, mas consegui dormir entre uma contração e outra e tenho certeza de que ela virou nesta hora, pois, mesmo sendo pequena, acho que eu sentiria ela virando se estivesse acordada. Acho que a minha bacia relaxou tanto (e eu também, tanto que dormi) que ela desencaixou e resolveu brincar mais um pouquinho lá dentro, só pode. Então eu acho que acupuntura é muito bom, mas deve-se evitar mexer na bacia.

51 comentários:

  1. Mãe do Pitoco disse...:

    Relato incrível! Um relato de perseverança e amor! parabéns por seguir seus princípios até o fim. E parabéns pela linda Clarice, que é tão bela quanto a irmã. E, francamente, ela estava com baixo peso? E aquele bochechão não conta? hihi Boas mamadas para vcs duas, viu?

  1. Patricia disse...:

    Lindo Paloma. Me emocionei com cada linha do seu relato. E Clarice vai se orgulhar muito de você quando puder ler este post!
    Ela é uma lindeza desde o dia que nasceu!
    beijos

  1. Paloma, primeiro de tudo: Clarice é linda!!! Eu fico muito emcionada ao ler relatos de parto, principalmente qdo a mãe cita o primeiro contato; isso me derruba!! Rs!eu concordo com a sua Doula, vcs duas passaram por todas as fases de um parto normal só o nascimento que foi uma cesárea. E como vc disse, não seria uma boa idéia arriscar um normal na posição que a pequenina estava. Vc agiu certo e de forma responsável, Paloma. O parto de Clarice foi muito mais humanizado do que muito que vemos por aí que se dizem normal, mas são cheios de anormalidades! E Clarice nasceu bem, saudável, com excelente Apgar, tudo de bom esta Candanguinha!!! E olha, quanto ao peso dela, relaxa, como diria minha avó, criança ganha peso fora da barriga. E se não ganhar muito também, beleza. Mandei um email para vc, depois dá uma olhadinha. Beijos em vcs 4, especial na pequena e pequenina!

  1. Meu Deus! QUe relato mais lindo Paloma! Me tocou muito o que vc escreveu "Clarice nasceu de parto normal, vc é que passou por uma cesarea". REalmente, da forma como foi, Clarice veio sim, sorrindo para o mundo e nasceu de uma forma digna, respeitosa. LIndo de ver, lindo de ler.
    Lembrei do dia do nascimento da minha filha. Passamos por um "probleminha" logo depois que Beatrice nasceu (achavam que ela poderia passar por uma cirurgia de urgencia, ja que ela não expelia o meconio), e ela foi transferida para outro hospital, em outra cidade e não havia mamado no peito e hoje, SEI, o tanto que isso representa para uma mãe e o quanto seria importante para nos duas. No meu proximo parto eu vou armar o barraco, se preciso for, para amamentar o bebê ainda sujinho, como Clarice.
    Beijos e mais uma vez parabens pelo lindo relato!

  1. Tchella disse...:

    achei lindo oq vc falou das contraçoes, todo mundo fala que é horrivel e tal, mas parece q ninguem pensa pelo lado bom, que aquilo faz bem, que tem q acontecer, que é o natural... estou com minha mente assim, bem tranquila, e espero de coraçao continuar assim na hora do parto estou me preparando para isso. Outra coisa que eu nao sabia é desse chá de canela que acelera o TP, td q eu preciso é q o pitoco fique mais 2 ou 3 semanas no forno, vou excluir meu leitinho com canela diario da dieta... ao menos ateh o ap ficar prontinho... hehe :) bjins querida!

  1. Anna disse...:

    Nossa, Paloma, que legal!

    Apesar da cesárea, o importante é isso: respeitar a hora de nascimento da criança.

    E além disso, é importantíssimo não se sentir enganada pelo médico cesarista.

    Clarice, como você já disse, nasceu sorrindo.

    beijos

  1. Camila Bandeira disse...:

    Paloma, PARABÉNS! Lindo relato. E linda família, suas meninas são especiais.

  1. Sylvana disse...:

    Paloma, já te disse que adoro o jeito como você escreve e consegue transparecer as coisas como se eu estivesse assistindo a um filme?
    Estou emocionada agora! Concordo com a doula ao dizer que Clarice, ao passar pelos hormônios do parto, foi beneficiada pelo TP e nasceu de parto normal.
    Deus abençoe sempre essa família!

  1. Thaís Rosa disse...:

    menina, tô me acabando de chorar aqui. quando entrei no blog, e vi que tinha mudado de nome, voltei até o post do nascimento, e fui lendo tudinho, e já estava muito emocionada. mas quando cheguei no relato... desabei de verdade. a gente não se conhece pessoalmente - ainda - mas fiquei muito admirada do seu processo de transformação, da sua força de vontade, e de todas as suas conquistas!!! concordo plenamente com sua doula, clarice vivenciou praticamente todo o parto natural, e os benefícios disso vocês duas estão sentindo, e é muito bom ver a transformação que tudo isso está gerando em você. PARABÉNS por tudo, e principalmente pela filhota linda e fominha!!! Tudo de bom, muito leite pra vocês!!!
    beijão
    thaís

  1. Micheli disse...:

    Adorei seu post! Muito lindo o seu relato.
    Eu tb queria muito parto normal, tive bolsa rota, tive de fazer cesária, fiquei muito mal na hora que o médico disso... Mas a Clara nasceu com apgar ótimo como a Clarice, pequena tb, mas, como ela, pegou o peito de cara, super fácil e com uma força, como se fosse um bb maior, como vc descreveu. Linda de se ver.
    Tudo isso é incrível, não? Deus é maravilhoso.
    Um beijo grande.

  1. Sarah disse...:

    Lindo relato Paloma. Adorei a frase da doula, achei bacana e bem sensível da parte dela.
    Lindo também ela ter mamado tão bem logo de cara. Parabéns!

  1. Parabéns pras duas. Seu relato lembrou a cesária que passei para trazer a minha Clarice ;)
    Ainda não tinha pensado nessa via, de que o bb nasceu de parto normal e nós é q passamos pela cirurgia... Cá estou a pensar.

    Bjs e leite pra vcs

  1. Jussara disse...:

    Que demais, Paloma. Muito lindo o seu relato, no final eu me emocionei. Tb concordo com o que sua doula disse. E deve ter sido ótimo ser atendida por profissionais humanizados, que estiveram ao seu lado e que vibraram com a mamada e a boa pega da Clarice.
    Como eu disse no comentário do post anterior, vc foi guerreira até o fim. Parabéns! E parabéns pela Clarice super fofa.

    PS: só li até hj um relato de parto pélvico em algum site de parto natural. Mas a mulher insistiu muito, queria pq queria e só um médico se dispôs a fazer, e fez. Mas foi algo meio complicado, e até o último momento por "debaixo dos panos", o pessoal do hospital não podia saber. Eu não sei se teria coragem. Mas tb não sei se foi complicado por ter sido pélvico ou por outros motivos.

  1. Renata disse...:

    MEnina, que incrível tudo isso. Enquanto lia o texto só conseguia pensar em como vc ficou tranquila durante todo o trabalho de parto. Parabéns por toda a pesquisa e força de vontade para que a pequena viesse ao mundo da melhor maneira possível e foi exatamente o que aconteceu - ela veio da melhor maneira possível mesmo.
    E melhor de tudo - ainda veio LINDAAAAAAAAAA!
    beijo enorme, Re

  1. Roberta Lippi disse...:

    Lindo, lindo.
    Eu gostei muito da sua frase no post em que você avisou sobre o nascimento dela: "Clarice nasceu de cesárea humanizada" (foi algo parecido com isso)
    Eu estou aqui torcendo muito pra conseguir ter um parto normal, mas se não conseguir, espero conseguir enxergar dessa mesma forma que você.
    E, vamos combinar, ela realmente é a cara da Ciça, né?
    Beijo grande

  1. Dani disse...:

    Adoro ler relato de parto. E esse, em especial, me emocionou demais, porque foi bem parecido com o meu, da Nina.
    E mais: me fez olhar pro meu parto de um outro jeito. Nunca tinha pensado que tive cesária, mas Nina tinha nascido de parto normal.
    Engraçado e emocionante tomar ciência disso só agora, dois anos depois e grávida de novo.
    Seu parto foi lindo.....e essa Clarice....vou te contar...é uma fofa, fofa, fofa!
    Beijo, Pa!
    Dani

  1. Lia disse...:

    Lindo, lindo, Paloma. Muito emocionante mesmo. Impressionante sua tranquilidade. Você vai me ajudar no meu próximo parto, vai, diz que sim, não seja mau, siiim?

  1. Milka disse...:

    Ai como Deus é maravilhoso né?
    Me emocionei com seu relato pois tbem tentei por duas vezes ter parto normal e não consegui,por diversos fatores e para não colocar a vida das minhas filhas em risco.
    Mas acredito que Deus sabe o que faz e foi melhor assim..pelo menos pra mim.

    beijus em vcs!

  1. Avassaladora disse...:

    Pôxa, Paloma, que história para contar pra ela depois hein!!!!
    Eu confesso que não teria a sua persistência, sou medrosa mesmo...
    Mas parabéns por todo esse processo e por vocês duas estarem tão bem nesse pós-parto cesárea/normal tão emocionante.

  1. Olá!

    Você pode ajudar o Brasil a continuar livre da poliomielite! Ajude a divulgar informações aos papais e mamães, para que eles não se esqueçam de levar seus filhos menores de cinco anos para tomar a segunda dose contra a paralisia infantil, no próximo dia 14. Essa simples atitude faz com que as crianças do nosso país estejam protegidas de uma grave doença.

    Caso tenha interesse em ajudar a divulgar a Campanha Nacional de Vacinação Infantil, e para obter mais informações ou materiais da campanha - como o filme e banners -, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br

    Obrigado por sua colaboração!
    Ministério da Saúde

  1. Tathyana disse...:

    Parabéns Paloma, como a Lia escreveu vc foi muito serena e lutou até o final por aquilo que acredita ser melhor para vcs. Emocionante. Agora é curtir muito a pequena e amamentar muito tmb. Bjsssssss

  1. Camila disse...:

    Ave Maria, Paloma... Tô me acabando aqui de chorar. Gente do céu!!!!

    Menina, você e Clarice foram protagonistas desse parto. Não há dúvida. E essa doula, hein? Que mulher incrível! Que bom que você pode contar com ela.

    E, como Renata disse, que tranquilidade você teve, hein? Parabéns!!!

    Um beijo enorme.

  1. Paula Dreger disse...:

    Lindo Paloma! Me emocionei o tempo todo que li.
    Parabens!
    Um beijo,
    Paula

  1. Kah disse...:

    Parabéns! Um parto lindo e um relato idem!
    E que tranquilidade, hein? Empresta um pouco? rsrs
    Beijão!

  1. Fabi disse...:

    Eu também participava dos encontros do Ishtar em Sorocaba e aprendi muito com as meninas de lá. Sei o quanto elas ajudam no entendimento do que é um parto natural, o que é um parto humanizado, independente de ser normal ou cesarea. No primeiro encontro que fui, uma das meninas disse que teria parto domiciliar e eu achei que deveria ir embora, porque eu estava no lugar errado, que aquilo era muito alternativo pra mim. Mas depois de começar a entender os porques desta escolha, eu mesma quis ter um PD. Mas enfim, só queria mesmo te dizer que me emocionei um monte lendo seu relato e que já te admirava pela sua forma de conduzir a educação da Ciça e agora te admiro também pela sua busca e pela conquista de um parto consciente.
    Bjocas

  1. Camila disse...:

    Volto já recuperada do chororô pra dizer duas coisas que a emoção me fez esquecer:

    1) Você tá linda na foto barrigudona!
    2) Quando tiver um tempinho, deixa dicas dos livros que você leu sobre "parir naturalmente". Pode ser?

    Beijo de novo.

  1. Paloma lindo seu depoimento e ela é um docinho de cocô, essa frase é bem antiga mas cabê bem a essa coisa linda cheia de vida, agora é mangueira no peito e barriguninha cheia do leitinho quentinho da mamãe, cheio de vitaminas e imunoglobulinas hehehe!!!Bjs

  1. Paloma lindo seu depoimento e ela é um docinho de cocô, essa frase é bem antiga mas cabê bem a essa coisa linda cheia de vida, agora é mangueira no peito e barriguninha cheia do leitinho quentinho da mamãe, cheio de vitaminas e imunoglobulinas hehehe!!!Bjs

  1. Anônimo disse...:

    Olá Paloma,

    Seu relato além de emocionar, ensina muito para quem como eu estou no momento de começar a vida de treinante e não sabe nada sobre partos. Seu relato abre vários campos para começar uma pesquisa, um estudo mesmo para passar por essa experiência.
    Assim como já pediram, quando tiver um tempinho indica para nós os livros que te ajudaram.
    Parabéns pelas filhotas!
    bjos,

    Fabi (faby.rod@bol.com.br)

  1. Mali disse...:

    Clarice veio linda, perfeita e rodeada de amor, incluindo o amor da família que mora longe, e que deseja tudo de melhor pra essa família linda!

  1. emocionante... emocionante...

    parabéns... ela é linda...

  1. Denise disse...:

    Muito emocionante! Demais!
    Saiba que você é um exemplo de determinação.

    Bjs

  1. N@nd@ disse...:

    Passei por um Pn, mas infelizmente ou felizmente n foi tão tranquilo qt seu parto. O meu evolui muito rápido e pra minha sorte a minha mala já estava preparada, pois só foi o tempo de tomar um banho, ir ao banheiro, vomitar.... ir pro hospital e esperar a médica chegar, embora a Júlia quase n tenha esperado, eu já estava na sala de parto pra ter o parto com as enfermeiras qd a médica chegou.
    E qt a esse tipo de parto realmente n é bom q seja normal. Tenho um tio q nasceu assim e a mãe dele quase morreu, pois na hora de tirar os ombros ele abriu os braços. Nesse casos as vezes é preceiso até quebrar a cravícula do bb, o q n é uma visaão muito agradável do q se quer em um parto.
    Parabéns! Vc foi uma guerreira!

  1. Cíntia Anira disse...:

    Paloma, sabe o que eu queria? Te dar um abraço bem forte! Parabéns! Felicidades! Beijos

  1. Maria Tereza disse...:

    Olá Paloma,
    Parabéns pela sua persistência e exemplo. Na minha opinião, os partos deveriam ser como o seu: cezárea só em último caso! Anyway...
    beijos e tudo de bom á vcs!!!
    depois conte da amamentação e tudo mais!! daqui a pouco sou eu!!

  1. Mari disse...:

    Lindo e emocionante relato! Estava aguardando por ele ansiosa!
    Parabéns pela coragem, garra, tranquilidade...
    Pelo que já li, seu primeiro parto foi muito parecido com o meu (inclusive o motivo da cesarea) e me questiono muito... Então tomara que quando um segundo vier eu tenha toda essa força e perseverança para comandar a situação! E tenha tbém profissionais tão humanos e sensíveis!
    Parabéns tbém pela Clarice que é linda de viver!
    Curta muito as duas princesas! Bjos!

  1. Carol P disse...:

    Parabens pela filha !
    Minha filha nasceu em Londres e lah fazem de tudo para que o parto seja natural, ateh forcepes se quiser, parto domiciliar tambem apesar de nao incentivarem, taxa de cesarianas de 24% em um hospital eh considerada alta, mas se o bebe estiver sentado eles nao fazem parto normal de jeito nenhum.
    O importante eh nascer com saude !
    bj

  1. Relato genial, delicioso, emocionante. Adorei. Vivenciei cada minuto de leitura e foi sensacional. Eu tb tive cesária na primeira gestação, mas cheguei a entrar em trabalho de parto. Na próxima também gostaria muito que fosse normal, mas por ter uma cesária prévia não tenho muitas expectativas...

  1. Hilan disse...:

    eiiii! saudades de vc e da ciça! abs!!! e parabenssss!!

  1. Carolina Pombo disse...:

    Nossa Paloma! Sua clareza sobre os fatos é de ensinar a muitas mulheres! Vou fazer um post lá no blog agora mesmo para incentivar a leitura do seu relato. Parabéns! Clarice é linda demais! E cabeluda, né? Laura também nasceu super cabeludinha!

  1. Joyce Avelal disse...:
    Este comentário foi removido pelo autor.
  1. Joyce Avelal disse...:

    Oi Paloma! Adorei o teu relato. Tenho três filhos, dois nasceram de parto natural (em hospital mas sem analgesia, não deu tempo, acredita?) e o terceiro também foi de parto normal mas com analgesia e demorou um bocado pra nascer. Mas até hoje acho que a analgesia fez prolongar o parto mais do que deveria, não sei se existe relação mas foi a minha percepção no momento e comparando com os dois partos anteriores.

    Preciso confessar: sempre impliquei com as mães que escolhem fazer cesárea e sempre fiquei de pé atrás com aquelas que escolhem o parto natural e na última hora acabam tendo que fazer a intervenção. O teu relato serviu pra me mostrar o outro lado, que realmente não conseguimos controlar tudo que acontece, que a natureza é quem manda e a nós resta apenas a aceitação dos fatos.

    Uma coisa entretanto, me chamou a atenção: mencionaste que vários profissionais já havíam se recusado a realizar parto natural caso o bebê não estivesse em posição adequada. Isso me leva a pensar em duas coisas: a pressa de muitos obstetras em eleger a cesárea como procedimento padrão e a falta de preparo (ou coragem?) dos médicos que mesmo simpatizantes de parto natural optam pela cesárea no primeiro momento em que vêm um quadro não tão normal quanto esperavam...

    É claro que a responsabilidade imposta aos obstetras é enorme, entre o risco de uma ocorrência fatal e uma intervenção segura a escolha é óbvia... Mas me parece que são poucos aqueles que tentam manobras para reposicionar os bebês, que orientam as mães no pré-natal com dicas para o parto natural, etc...

    Minha primeira filha nasceu quando eu tinha 16 anos e acho que a correria de estar completando meu estágio do curso de magistério fez com que o parto fosse muito rápido e praticamente sem dor (mentira, doeu, mas passou tão depressa e a dor foi embora sem rastros que minha primeira memória não traz a dor)... Meu médico (que foi o mesmo nos outros dois partos) me disse que o fato de eu caminhar muito durante toda a gestação (o que repeti nas seguintes, 12 e 14 anos depois da primeira filha)ajudou muito a posicionar os bebês e diminuir a duração dos TPs... Quando falo em caminhar, falo em caminhadas intensas de 1 hora pelo menos diariamente incluindo nos dias que antecedem o parto. Mas acho que isso é bom conversar com o médico antes.

    Outra coisa que tu mencionas com a maior propriedade: não dá pra ficar deitada!!! A vontade que sempre tive era de estar de pé, como alguns grupos indígenas fazem.

    Nossa, escrevi muito! Desculpe! Mas lendo teu relato me lembrei dos meus e quanto mais o tempo passa mais gostamos de lembrar... rsrs. Meus filhos hoje tem 28 (a mais velha), 16 e 14 anos (os "meninos").

    Espero que a Cecília e a Clarice te tragam todas as alegrias do mundo. Parabéns!

  1. Mariana disse...:

    É de arrancar lágrimas esse seu relato, de tão lindo.
    Tenho certeza que suas menininhas vão herdar essa força e perseverança da mãe....
    Um beijo e parabéns

  1. Flavia disse...:

    Ai que emoção!
    Paloma,
    lindo teu relato! Parabéns (mais uma vez) pela Clarice.
    Que nasceu na hora que ela escolheu!
    Adorei ler que ela mama bem e que a amamentação vai bem obrigada! Acredito que isso é fruto das tuas escolhas, o mérito não é só dela, é seu também!

    Não me lembro de ter visto fotos da Ciça bebezinha, mas achei ela parecida com a irmã.

    Tudo de bom pra vocês!

    muitos beijos carinhosos


    Fla

  1. Coisas de mãe disse...:

    Lindo!
    Se eu não tivesse filhos ia estar louca para ter um! Você tornou tudo tão bonito e descomplicado! Lembrei de muita coisa que senti.

    Muito legal!

    beijos

    Pati

  1. Fabi LV disse...:

    Oi Paloma, sou eu de novo, a Fabi. Depois de ler sobre o um mês da Clarice, quis saber se vc tinha postado alguma coisa sobre o nascimento dela (comecei a te seguir depois do nascimento dela, né) e fiquei maravilhada com sua determinação. Eu tb queria ter tido a Vitória com o parto normal, mas ela ficou sentada a gravidez toda e a médica tb disse q nesses casos era muito difícil fazer o normal, ainda mais sendo um primeiro parto. Fiz cesárea, mas pq já estava de 39 semanas e 5 dias e não sentia absolutamente nada. Não tinha contrações, não tive delatação, nada nada nada. Na sexta-feira, 20/02/04 fiz minha consulta de rotina e a médica já marcou para o dia seguinte a internação. Orei muito a noite toda pra tudo fica correr bem (já q dormir era pedir demais pra alguém ansiosa como eu). E foi tudo bem, Graças a Deus. Ela nasceu bem, eu fiquei bem. Um sossego. Não posso falar nada de ruim. Mas ainda penso em ter outro filho e ser de parto normal. Quem sabe... o fato é que seu relato foi emocionante demais. Não queria parar de ler. Um texto cheio de detalhes, emoção e tranquilidade, apesar de tudo. Fico imaginando se fosse comigo, como eu estaria. Vc fez tantas coisas depois q a bolsa estourou q parece inacreditável. Essa doula aí deve ser fera, hein. Parabéns por tudo. Gde bj da Fabi

  1. Olá Paloma! Descobri seu blog após ler o seu post no "O Astronauta". Gostei muito do seu relato, parabéns pela força e determinação, e parabéns pela Clarice. Estou grávida de 33 semanas e desejo muito um parto normal o mais natural possível, espero conseguir... Moro em Madri, o bom é que aqui os hospitais tentam o normal até o último minuto, tenho medo de episio e que aconteça algo que acabe em cesárea, aqui JAMAIS levariam o bebê pra mamar enqto a mãe se recupera da anestesia como fizeram com vc. Conheço pessoas aqui que tiveram que fazer cesarea e contam péssimas experiencias. Sequer deixam o pai entrar na sala de cirurgia, é muito frio mesmo. Por isso e outros motivos quero parto normal.
    Um beijo daqui da Espanha
    Alessandra
    Http://quandovocenasceu.wordpress.com

  1. Anna disse...:

    Tô aqui relendo seu relato de parto...

    O meu tá se aproximando e vai dando um friozinho na barriga! Também tenho muita expectativa de que o Miguel nasça de parto natural e tenho medo de que essa expectativa toda possa atrapalhar o processo, sabe?

    Seu relato é uma gostosura de ler.

    Grande beijo.

  1. Marina disse...:

    Não sei porque até hoje não tinha visto esse post! Lindo! Emocionante!

  1. Thaís Rosa disse...:

    flor, vim ler seu relato de novo, e, de novo, me emocionei... que história e tanto!!
    e sabe que pensei a mesma coisa, pode ter sido a acupuntura mesmo, viu... outro dia fiquei desesperada, depois de uma massagem, achando que o bb tinha virado de posiçao... só acalmei no dia seguinte, quando a parteira examinou e viu que continuava de ponta cabeça, mas tinha virado de lado. E ela me pediu cautela nas massagens.
    Inclusive, esses dias descobri que tem um ponto da acupuntura, no dedinho do pé, pra desvirar bb pélvico... então, se tem pra desvirar, pode ser que isso tenha virado mesmo...
    beijocas e parabéns de novo por toda essa tua trajetória!

  1. Milena Lanne disse...:

    Ola, cheguei agora no seu blog, e como estou com 34 semanas de gravidez, a primeira coisa que eu busco nos blogs sao os relatos de parto, fiquei super emocionada com seu relato, e confesso que parece que eu senti cada anseio seu, ja que sao os mesmos meus. Nao sei como vai ser o nascimento do meu filho e nem quando vai ser, moro na Italia e esses dias escutei o relato de uma vizinha minha que tem um bebe de 6 meses, ela me contou como foi o parto dela. Resumindo BEM a historia, porque é beeeem grande aconteceu o seguinte: Aqui na Italia eles realmente apoiam, escolhem e fazem de tudo para o parto ser normal, essa colega teve a bolsa estourada natualmente com 41 semanas e um dia, chegou no hospital mas nao tinha contraçoes, eles injetaram varios hormonios nela, ela sentia dor, mas nao tinha dilataçao, nao sei de quem foi a culpa dela nao ter dilataçao, ou nao aceitar bem as dores do parto, mas ela ficou de sabado a terça feira com a bolsa rota, tentando ter o bebe de parto normal,ou melhor dizendo, os medicos queriam que ela tivesse normal, porque ela ja queria a cesarea desde que chegou no hospital praticamente. Entao, depois de 3 dias com bolsa rota, fizeram a cesarea e o filhinho dela nasceu branco! Tadinho, acho que ele sofreu muito com isso. Nasceu lindissimo, completamente perfeitinho, mas com um probleminha na cabeça nao-grave. (nao sei explicar o que ele teve, pois nao entendi muito bem os termos que ela usou no italiano), mas... enfim, moral da historia. Aqui na Europa os medicos realmente esperam o maximo possivel para partir para uma cesarea. Nao tenho ideia de como vai ser comigo. Sonho assim como voce, com um parto natural, sem intervencoes... Porem quando penso que o bebe pode ficar sofrendo querendo sair, sem possibilidades do corpo, nao sei, me da uma afliçao sabe. Seu parto foi lindo! Voce foi uma guerreira! Sentiu tudo e se entregou à vida. A cesarea necessaria é aplaudida, ja que serve para salvar vidas. Entao, se orgulhe disso amore! Parabens por ser essa guerreira. Suas babies sao lindissimassssss! Deus abençoe voce e sua familia! Abraços, Milena Lanne

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