São Paulo com crianças e bebês - parte II

quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Ave, Ciça!

Neste segundo post sobre São Paulo com crianças (e bebês), falo de outros assuntos que me são muito caros em São Paulo: museus, galerias de arte, Av. Paulista e arredores e o Zoo Safari, com direito a novidades literário-cognitivas na vida da Ciça. Amanhã, falo sobre comidas (mais, Paloma?) e compras, entre outras coisinhas; acompanhem-me os bons!

***
Museus
Os museus de São Paulo são fantásticos, existem aos montes, dos mais variados estilos e, na minha opinião, todos são bons para ir com crianças. Tá, eu sou do tipo que acha que exposição é um bom programa para ir com crianças, sempre dá para chamar a atenção delas para algo, basta ter um pouco de criatividade (e muita disposição).

Vou citar alguns de que mais gostamos:

Catavento - fomos logo que inaugurou, em 2009 (ver post aqui), e voltamos este ano. Não mudou nada, mas nós mudamos (principalmente a Ciça). Se na época eu disse que valia uma visita por ano, mantenho a palavra, Crianças crescem e evoluem muito rapidamente, seu interesse e atenção também, fora os aprendizados por segundo, então, a cada fase da vida, o espaço terá algo que as interesse.

A Ciça gostou principalmente da parte de física, mecânica, mas, desta vez, se interessou também pela parte espacial, com planetas, estrela e o Sol. Gostou dos bichinhos (peixes, borboletas etc.), da parte de óptica, dos espelhos com efeitos engraçados, da imensa bolha de sabão, enfim, refez todo o percurso com olhinhos curiosos e atentos, como se fosse a primeira vez. Se mantivermos a média, voltamos daqui a dois anos para outra visita.

O ponto ruim do Catavento é a lonjura do metrô. Fomos de metrô com uma amiga (estação Pedro II) e depois soubemos que é perigosíssimo (não o metrô, mas o trajeto na rua). Da outra vez, eu tinha ido de carro, não lembrava ao certo. Vimos no mapa e parecia perto do metrô, deduzimos que haveria uma saída próxima ao museu, mas que nada, Tivemos que andar bastante, atravessar ruas movimentadas (tem faixa de pedestres, mas são muitas ruas), passar por debaixo de viadutos e, ao chegarmos, soubemos que corremos riscos, que no dia anterior funcionários tinham sido assaltados no mesmo trajeto, enfim, não foi legal.

Os pontos positivos, além da mostra, são o banheiro com privadinha infantil (e um trocador basicão, mas tá valendo) e o fato de terem maçã na lanchonete. A entrada custa R$ 6,00. Criança paga meia e menor de 4 anos não paga.



Museu da Língua Portuguesa - já fomos várias vezes e a Ciça sempre ama. Não precisa saber ler para gostar. Desta vez, fomos ver o filme de apresentação e fomos à Praça da Palavra, no terceiro andar do prédio. Como fica escurinho, a Cali pegou no sono (e ficou no carrinho), enquanto a Ciça brincava com as palavras. Nesta visita, tivemos a presença da avó da Ciça (que aliás já foi ao Museu com a gente em outras vezes), que também estava em São Paulo a trabalho.

Além da exposição permamente, em que podemos explorar interativamente as origens das palavras da nossa língua-mãe, o Museu conta com uma exposição sobre algum escritor, que fica no primeiro andar. A expo da vez é sobre o antropófago Oswald de Andrade. Amo. Imperdível!

A entrada custa R$ 6,00. Criança menor de 10 anos não paga.




Masp - Adoro o Masp, o museu tem um acervo permamente fantástico - os grandes pintores do Brasil e do mundo estão lá. De todas as épocas, do Renascimento à arte contemporânea, com destaque para os Impressionistas. Para quem não conhece a história da instituição, ela foi fundada em 1947, pelo empresário e jornalista Assis Chateaubriand (dos Diários Associados, leiam "Chatô" para ontem, é a história do Brasil), que usava seu prestígio entre os empresários da época para angariar recursos para comprar as grandes obras que compõem o acervo. Como grande parte do acervo fica na reserva técnica, a parte que o público vê é bem menor que a totalidade e sempre há novas exposições, com partes do acervo, além, é claro, das exposições temporárias.

A visita ao Masp vale pelo acervo, pela arquitetura de Lina Bo Bardi (seu marido, Pietro Maria Bardi, é considerado co-fundador do museu), pela localização, no meio da avenida Paulista, em frente ao parque Trianon, pelo vão livre, palco de movimentos e cultura, pela vista que se tem de São Paulo (por ficar suspenso, ele garante uma vista privilegiada), por tudo.

Desta vez, fomos com pouco tempo, num intervalo de trabalho do Bernardo. Fomos só para (re)ver o acervo, pois é, na minha opinião, o que há de mais rico e interessante neste museu, mas sempre há mostras legais. Havia uma mostra de arte contemporânea que, a princípio, não me interessou, mas, chegando lá, gostamos bastante, principalmente a Ciça, que adora uma arte interativa.

Primeiro, vimos o acervo permanente, almoçamos, e partimos para a arte contemporânea, com a mostra "De dentro e De Fora". Tá, eu não sou a maior fã de arte contemporânea, mas foi divertido, tinha pisicina de bolinhas vermelhas, um mega xilofone para tocar, fotos bacanas e outras coisas interessantes. Não deu tempo de vermos a mostra do primeiro andar, sobre Sigmar Polke (Realismo Capitalista e Outras Histórias Ilustradas).

Às terças-feiras, o ateliê é aberto para visitantes não-agendados, isto é, que não vão com as escolas. Se você quer levar o seu filho, de qualquer idade, para fazer arte no Masp, vá lá numa terça-feira à tarde e procure o ateliê, que fica no subsolo, perto do restaurante.

Lembrando que a visita ao museu é grátis às terças para todos os visitantes. E, nos demais dias (fecha segunda, como todos os museus) é gratuito para menores de 10 anos. O ingresso para adultos custa R$ 15,00.

Muita gente me pergunta como visitar um museu tradicional com crianças. Para mim, é chamando a atenção delas para as coisas de que elas gostem, procurando afinidades. Infelizmente as bailarinas de Degas, as esculturas, não estavam expostas (a Ciça já as viu no próprio Masp e no Metropolitan de NY), mas havia quadros dele com bailarinas, ponto positivo.

Clarice estava acordada e, ao ver as mulheres nuas (renascentistas e de outras épocas), gritava "mamá", fazendo todo mundo rir. Pense numa bebê viciada em peito. Multiplique por 20. Tá chegando perto do que é Clarice. Vibrou também com os cachorros e cavalos representados nas telas. E ao ver os bebês (muitos como representação do menino Jesus, a maioria mamando no peito) se identificou e ficava falando: "nanam, nanam" (neném, neném).

Para Ciça, o ponto alto foram os bancos projetados por Lina Bo Bardi, aqueles que ficam no centro da sala, para que as pessoas possam admirar as obras com calma, sabe? Ela ficou encasquetada porque eles tinham um buraco quadrado no meio. Eu inventei que era para as pessoas que quisessem soltar pum. Ela amou a história e isso nos garantiu mais uns minutinhos de fruição das obras.
Não era permitido fotografar as salas do acervo permamente do Masp, mas, em compensação, a Ciça quis tirar trocentas fotos desta instalação

Além destes, que foram os que visitamos desta vez, destaco:

Pinacoteca - chegamos a pagar para entrar, mas, no fim, só deu tempo de almoçar lá, pois ficou tarde e tínhamos uma festinha para ir, então olhamos só uma ínfima parte da exposição, a mais próxima do restaurante. A Pinacoteca é uma construção linda, fica em frente à Estação da Luz (de trem e metrô) e ao Museu da Língua Portuguesa e está localizada no Jardim da Luz, dos mais belos do Brasil. Agora, para ter acesso ao café e restaurante da Pinacoteca, você tem que pagar entrada (e pode ver o acervo do museu), o que é um pouco chato para quem só quer passear no jardim e parar para tomar um lanchinho - ou mesmo almoçar. A entrada para adultos custa R$ 6,00.

O Jardim da Luz é um grande jardim, repleto de esculturas, tem parque infantil (está com brinquedos novos, no melhor estilo dos playgrounds nova-iorquinos, fica a dica), coretos, flores, grama, árvores enormes (tinha espelho d'água com carpas, mas desta vez eu não vi, não sei que fim levaram...). Vale demais a visita.
Brinquedo novo no Parque da Luz, viva!

Jardim da Luz. Diz se não é lindo?

Outro jardim cercado de museu, ops, museu cercado de jardim que eu adoro é o Museu do Ipiranga, com um jardim belíssimo e enorme, muito espaço para andar, correr, andar de bicicleta, patinete, skate, enfim, ótimo para passeios com bebês e crianças.

E tem também o MAM, que visitamos na viagem anterior a São Paulo, que fica em pleno Ibirapuera, o maior (?) e mais conhecido parque da cidade, que conta também com a Oca, outro espaço importante para as artes, palco de exposições famosas, daquelas que formam filas quilométricas. O MAM tem o melhor restaurante de museu da cidade (e o mais caro também), mas o do Masp não deixa muito a desejar (preço médio). O da Pinacoteca é ok (o mais barato dos três). O bom de eles existirem é que podemos ver as exposições, parar para comer, e voltar para ver mais um pouco.

Galerias
Desde que a Ciça tem dois meses de idade, ela frequenta galerias de arte, Para quem curte o programa, São Paulo é ideal para isso. Nos Jardins, Pinheiros e na Vila Madalena há ótimas opções. Como já disse anteriormente, o circuito de arte da capital paulista é bem interessante e completo. Não vou indicar nominalmente, porque são muitas, mas, para quem se interessa, vale a pena procurar. Neste site, tem algumas das mais conhecidas. Elas não cobram entrada.

Avenida Paulista
Fomos conhecer o novo (tá, não é tão novo assim, data do início do ano passado) parque que fica na Paulista, a poucos metros do Trianon, o Mário Covas. É bem pequeno, mas é arborizado, tem mesas e bancos para se sentar e uma pequena rota para passear. Agora, o Centro de Informações Turísticas, que ficava num módulo em frente ao Trianon, funciona lá.

O Trianon é uma reserva de mata atlântica incrustrada no meio da Avenida Paulista. Lá dentro é bem úmido e geralmente faz um friozinho, com a temperatura em média 2 graus a menos que do lado de fora, tudo por conta das árvores centenárias que lá habitam. Vale o passeio. A área toda é super bem policiada, tem um módulo da polícia bem em frente. Do outro lado da rua, tem o Masp, que está na parte de museus deste post.

Se São Paulo fosse resumida à Avenida Paulista e Higienópolis, seria a nossa Manhattan. Lá (na Paulista), as calçadas são planas e muito, mas muito boas para se caminhar, tem várias estações de metrô, ônibus rebaixado, edifícios altos, homens de negócio, povo, parques, cinemas, museus e muita gente circulando.
Ciça/ Paulista
Pq. Mário Covas, também na Paulista

Jardins e Bela Vista
É a região do entorno da Paulista. De um lado, os Jardins; do outro, a Bela Vista (em direção ao Centro). Tem a rua Augusta, que é uma delícia dos dois lados, as variadas galerias de arte, as muitas e saborosas padarias, os deliciosos restaurantes (vai ter um post sobre comida amanhã, aguardem), os empórios para comprar coisinhas gostosas e caras, o comércio de rua, os cinemas... Minha dica é deixar carro, táxi, ônibus e metrô de lado e explorar esta região a pé.

Zoo Safári
Entre zoológico tradicional e o safári, eu fico com o safári. Porque o tradicional tem em todas as cidades e, embora o de São Paulo seja super bonito e bem cuidado, não é grande coisa (embora seja enorme; se for passear lá, leve um carrinho para as crianças). Já o Safári, bom, este só tem lá. Por isso vale a visita, sacou?

Dá para ir sem carro e entrar na van deles, mas eu prefiro alugar um carro e ir. Alugar carro hoje é fácil e barato, dá para fazer a reserva pela internet e só ir retirar o veículo, simples demais.

Como a velocidade máxima permitida lá dentro é de 10 km/ hora, as crianças podem tirar o cinto de segurança e até andar no nosso colo, no banco da frente (alô, anos 80! se identificou? eu também!) para verem e alimentarem melhor os animais.

Sim, as crianças podem alimentar os animais. Você compra a ração lá mesmo, por 3,50 cada pacote. Minha sugestão é não alimentar as emas (ou avestruzes? nunca sei), pois elas são loucas e metem o pescoção dentro do carro procurando mais comida. Há alguns anos, uma delas bicou a minha carteira, vejam só.

Neste ano, eu já estava mais safo e ignorei as avestruzes (ou emas?) e só alimentamos os veadinhos, muito lindos e fofos. Mas você pode alimentar também camelos e lhamas, embora elas sejam um tantinho preguiçosas e nem sempre se levantem para comer. Acho que era o calor, tadinhas, não deve ser fácil ser uma lhama num país quente.

Vuimos vários bichos, como leões, zebras, pavões (a ciça fez um desenho lindo, depois posto aqui), tigres, bizão, hipopótamo, camelos, macacos (estrelas, as meninas enlouqueceram, Cali imitou, foi o auge da festa) de dois tipos diferentes e mais uma cacetada de bichos. Desta vez, não vimos girafas, não sei se elas não habitam mais o lugar.

O Zoo
Safári fica logo ao lado do Jardim Zoológico e perto do Jardim Botânico, todos nas imediações da estação Jabaquara do metrô, mas não dá para ir andando. O Zoológico e o Safari ficam bem mais longe do metrô que o Jardim Botânico e há filas enormes no Zoológico nos fins de semana.

A lanchonete do Zoo Safári e sofrível, não tem nada que preste, só água, mas tem um banheiro limpíssimo e trocador bom. Sugiro fortemente que você leve o lanche das crianças de casa. No Jardim Botânico, tem restaurante e lanchonete. A entrada no Safári custa R$16,00 para adultos. Crianças a partir de 3 anos pagam meia. Para as menores, é gratuito.

[Todos os lugares citados neste post foram visitados por nós mais de uma vez, enquanto morávamos em São Paulo e nas visitas posteriores, nestes dois anos que estamos morando em Brasília.]


Macaquices dentro e fora do carro

Alimente os animais

Primeira vez numa cadeirinha virada para a frente (ela ainda usa bebê-conforto, virado para trás)

***
Lendo? Lindo!

E foi na ida ao Zoo Safari que a Ciça leu sua primeira palavra espontaneamente, sem nos perguntar previamente (aos 4 anos e 8 meses). Em latim! Não tá acreditando? Estamos no carro - alugado - e ela começa a falar baixinho:

- Fi-a-tê, fi-a-tê... Mamãe, o que é fiatê?

Fiquei uns segundos tentando imaginar o que era, até perceber que ela estava lendo a palavra (marca do carro) que estava no volante: Fiat. Quasemorri! Expliquei que era a marca do carro, mas ela não entendeu bem o que é "marca". Daí falei que era uma palavra (verbo) em latim, que significava "fazer", enfim, me alonguei demais nas explicações e ela logo perdeu o interesse, óbvio. Toma, Paloma!
Repare no volante; a bebê está no colo do pai porque no Zoo Safári isso é permitido

Fora isso, a Ciça sabe ler (e escrever): coco e cocô ( e outras palavrinhas, além das siglas DVD e CCBB, que ela jura que são palavras, como já contei antes). E adora que uma mesma palavra - coco/ cocô - possa ter significados tão diversos. Por ora, muito mais interessante que latim, tenho de admitir!

16 comentários:

  1. Nave Mamãe disse...:

    Que delícia!
    Desta vez que fomos a SP ficamos menos de dois dias, ainda com o agendamento do visto, só fomos no Ibirapuera, mas adoramos levar o Lorenzo em exposições e ele adora ir: bate as perninhas de felicidade!
    Beijos

  1. Esse post ficará guardado pra minha próxima parada em Sampa!!! Supimpa, porque vc descreveu praticamente todos os lugares que eu tenho vontade de conhecer. Amei as fotos na piscina de bolinhas vermelhas. Deve ir pra um porta retrato.
    E que linda a Ciça lendo. Orgulho mode on né? Alice já escreve várias coisas mas ainda não despertou para o juntar as letrinhas. Bjssss

  1. Patricia disse...:

    Estava me deliciando com cada dica do post (para guardar e usar sempre!) mas o melhor foi a parte da leitura da Ciça. Acredite. Chorei de emoção. Tia virtual babona..rs
    beijão na pequena leitora!

  1. Carolina disse...:

    São Paulo por quem gosta de SP é outra conversa rs
    Eu sou paulista e admito que tem coisas boas, mas tbm vejo tanta coisa ruim que nem se compara! rs
    O transporte daqui, seja qual for, pra mim é infeliz! Com meu menino impaciência então! rs

    Nosso próximo passeio acho que vai ser a Pedra Branca, perto do Horto, nunca fui, vc conhece lá?

    Ah, fiz um blog rs

    Beijo.

  1. Paloma, a mãe disse...:

    Carolina, conheço o Horto, mas nunca fui à Pedra branca. Se vc for, faz um post e me avisa? Vou lá conhecer seu blog!
    Beijos
    P.S. O transporte daí não é mesmo nenhuma maravilha, pois o número de usuários é enorme e faltam linhas de metrô, faltam vagões etc., mas é maravilhoso se comparado a cidades como Brasília e Salvador, por exemplo. Aí tem corredores de ônibus que dão uma desafogada no trânsito, tem metrô que funciona relativamente bem... aqui é uma piada (de mau gosto)! Eu não falo da boca para fora, eu sou usuária de transporte público em todas as cidades que moro e/ou visito.

  1. Fabiana Alvim disse...:

    Que post completíssimo!! Tô cheia de vontade de usar de guia! :-)
    Adorei as fotos e a aula de latim!rsrs

    É muito emocionante essa fase! O dia da primeira palavra da Júlia ficou registrado no blog também! É lindo!!

    Beijos

  1. Cíntia Anira disse...:

    Paloma,
    Estou adorando suas dicas. E posso falar? Você é uma mãe muito elegante! A foto nas bolinhas vermelhas entrega que você tem boa postura. Parabéns!
    bj

  1. Camila disse...:

    Que delícia de viagem! A gente tende a achar que pra que crianças se divirtam é preciso estar na natureza (que é uma maravilha, claro), mas cidades grandes (São Paulo é um mundo!!!) podem ser muuuuito atraentes pra crianças.

    Adorei passear com vocês!

    Um beijo.

  1. Paloma, já estou MORRENDO de vontade de ir a São Paulo com as crianças, tô encantada com tanta coisa boa pra fazer!!! E que fotos lindas! E a Ciça???? Que linda!!! Filha de jornalista você esperava o quê????? Morri aqui também!!!

    Bjos!

    hum...quero saber das comidinhas...

  1. Que delícia de fotos! Não entendo pq muita gente evita levar crianças em museus. Nós sempre levamos a CArol e ela AMA! Exatamente como vc disse: sempre tem coisas interessantes para os pequenos! Beijos!

  1. Paloma, a mãe disse...:

    Cíntia, nem ia falar nada, mas, como sinto que vamos nos conhecer (é só questão de tempo) tenho de confessar que aquilo é só pose para foto. Não se engane, minha postura é bem ruinzinha, mas eu vou tentar ficar mais elegante depois desse seu elogio. Ah, se vou!

    Beijos

  1. Paloma, a mãe disse...:

    E não é, Lívia?

    Se até a Clarice adorou as Madonnas com seus peitos de fora, quem sou eu para dizer que crianças não devem ir a museus, por mais tradicionais que eles sejam?

    Fora que sou da teoria que a gente só aprende a se comportar nestes lugares se os frequentarmos (de preferência, com regularidade): cinema, teatro, museu, galeria são locais para levar crianças, sim!

    Beijos

  1. Dany disse...:

    Paloma, eu AMO o Museu da Língua Portuguesa. Adoro o Oswald. Esse semestre, estou fazendo uma optativa só sobre ele na UFF. Quando fui ao Museu, amei. E tô doida pra levar Caio um dia desses. Aliás, quero levá-lo tb ao Zoo Safári, que todo mundo elogia.
    Vc falou em Latim e fiquei aqui pensando... Caio pega meu caderno de Latim e fica tentando ler. Eu acho legal ele identificar algumas palavras e saber a origem da nossa língua. Mas, claro, ele é maior que Ciça e já se interessa por essas coisas.
    Ótimas as suas dicas, como sempre.

  1. Paloma, a mãe disse...:

    Ai, Dany,
    Eu precisava estudar Letras, sabia?
    Eu amaria pegar uma optativa só sobre Oswald. E estudar latim, então? Sonho total.
    Depois, se vc tiver, queria dica de bibliografia para estudar latim sozinha, coisa básica, claro; vc acha que rola?
    Beijos

  1. Roberta Lippi disse...:

    Adorei a serie!! Ja fui a quase todos esses lugares com a luisa, mas ja esta na hora de voltar. Cada vez a crianca tem um tipo de percepcao sobre o lugar, ne? Eu acrescentaria a sua lista o Museu do Futebol. Nao sou nada fanatica, mas o museu eh muito legal e interativo para todas idades, homens, mulheres e criancas.
    Me deu ainda mais animo pra revisitar esses lugares. Beijos e pena que nao nos encontramos dessa vez, ne?

  1. Jussara disse...:

    Dicas super completas! Na última vez que fui a SP sem ser só de passagem, fiquei 4 dias e fui ao Museu da Língua Portuguesa (duas vezes, na segunda, pra conseguir ir ao 3º andar; quer coisa mais linda que um museu para a nossa língua? Acho demais!), ao MASP e à Pinacoteca. Tb andei na Paulista, tomei café em algum lugar por lá, almocei. Olha que sem querer acabei acertando nos programas.

    Que pena que agora paga-se pra entrar no restaurante da Pinacoteca. Fiquei boba em saber que o restaurante de lá é o mais barato (dos 3), pois achei caro (na verdade, não sei se fui ao restaurante, comi alguma coisa da lanchonete, não lembro se na lanchonete funciona tb o restaurante; enfim, achei o lanche caro). Mas sei lá, de repente é caro para os meus padrões, e para os padrões de SP é barato.

    Muito legal a ida ao Safari, e poder dar comida aos animais. A Ciça tá linda, e a Cali parece bem mais crescida desde as últimas fotos. Que hilário ela falando "mamá" para as mulheres nuas renascentistas.
    Parabéns para a Ciça pela leitura!

    PS: fiquei com vontade de andar no metrô novinho. Não tive problemas em andar no metrô, e comparado à minha cidade que nem metrô tem e onde o sistema de ônibus é um caos, acho bastante ok, apesar das deficiências. Eu jurava que em BsB não tivesse metrô, só fiquei sabendo qdo estive aí pela quarta vez (e consegui andar nele). Os ônibus demoram muito e é tudo longe. A cidade merecia um bom sistema de transporte público.

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