Viajando sozinha com crianças

quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Ciça aos 17 meses, sentada na mesa do nosso vizinho de poltrona, que adorou ter um bebê como companhia de voo

Sabe quando só um dos pais tem férias ou feriado emendado? Sabe quando um deles é escalado para trabalhar num período em que o outro está de bobeira? Sabe quando um dos pais tem família em outra cidade e vai visitá-los com o(s) filho(s)? Sabe quando um deles é escalado para trabalhar em outra cidade ou país e o outro vai encontrá-lo por uns dias com o(s) filho(s) à tiracolo? Enfim, são muitos os motivos que levam uma mãe ou pai a viajarem sozinhos com os filhos.

Eu comecei a saga quando a Ciça tinha 17 meses (post aqui). Bernardo estava trabalhando e eu achei uma super promoção para ir a Salvador com poucas milhas. Pedi uns dias de férias (ou folgas acumuladas), peguei a Ciça e rumei para lá, onde mora a minha família. Claro que viajar para ver a família é sempre mais fácil, porque pressupõe que, no destino, você terá ajuda. Mas estava sozinha com ela no avião na ida e na volta. Como ela já tinha viajado de avião outras vezes, mas sempre comigo e com o pai, não fiquei tensa (nem ela) e deu tudo mais que certo.

Mal sabia eu que esta seria a primeira e várias experiências sozinha (ou no voo, ou no hotel, ou em toda a viagem) sozinha com a Ciça e depois com a Clarice. Já foram tantas que nem lembro mais, inclusive uma internacional. Ultimamente, como muitas sabem, cumpri a licença-maternidade e agora trabalho em home office. Neste período, acompanhei algumas viagens a trabalho do marido e quase sempre ia em voo separado. Aí os motivos também variam: porque a trabalho eles emitem a passagem muito em cima numa companhia que fica sempre mais cara para comprar em cima da hora, porque eu tenho milhas em outra companhia etc.

Com isso, desde a primeira viagem da Clarice (para São Paulo, aos 3 meses), que eu tenho viajado sozinha com as duas. O Bernardo chega antes ou depois, em outro voo. Normalmente, é tranquilo, porque eu me programo: levo lanches saudáveis e entretenimento. Mas, por conta disso de viajar em voos diferentes, já tive que amargar cinco horas de espera sozinha em Guarulhos com as duas, foi punk.

Só nesta última viagem que eu tive a brilhante ideia de dividir: fui sozinha com Cali em um voo numa sexta (ela tem de ir comigo porque ainda mama e porque é muito mais apegada a mim, por enquanto) e ele com a Ciça no sábado. Foi a melhor coisa que fizemos, pois assim não ficou pesado para ninguém e, caso algum voo atrasasse muito, cada adulto seria responsável por entreter e cuidar de uma só criança. E Cali está numa fase que já dá trabalho, anda, grita palavras inteligíveis (e ai de quem não entender!), corre, enfim, não tem mais 3 meses... e que diferença isso faz! Ainda mais para ela, que é uma pimentinha.

Daí, por conta desta experiência, tenho algumas coisas para comentar que soarão como óbvias para algumas e como novidade para outras, já que constantemente sou perguntada sobre isso também.

Leia, filtre e incorpore o que lhe parecer útil. Aliás, faça isso em todos os textos que você ler, aqui, na blogosfera materna, na internet em geral, nos jornais, revistas, livros e na vida.

Antes

Comece fazendo uma lista com tudo o que vc precisa colocar na mala e na bagagem de mão. Organização é tudo na vida da mãe que viaja sozinha com as crias. Eu faço uma lista só, mas tem coisas que obrigatoriamente têm de estar na babagem de mão (documentos seu e do bebê ou criança, celular, máquina fotográfica e outros equipamentos eletrônicos, mamadeira ou copinho da criança, remédios mais importantes, potinho com comida, lanche etc.) e outras obrigatoriamente na mala (tesourinhas, objetos cortantes em geral).

Quando for colocando as coisas na mala e bolsa, vá ticando na lista, assim você não se perde - nem perde as coisas ou as filhas.

No dia anterior à viagem, cheque a mala e a bagagem de mão e sublinhe ou circule na lista os itens que você vai colocar na última hora (xampu do seu filho, escovas de dente, as coisas que você vai usar minutos antes de sair de casa). Assim fica mais fácil não esquecer destas coisas.

Avalie o destino. Se você for para uma cidade grande, onde as coisas são acessíveis (fraldas, sabonete líquido etc.), talvez valha a pena deixar para comprar lá, principalmente as fraldas. Os líquidos, você pode levar em potinhos menores, para não pesarem tanto nem ocuparem espaço.

Veja com antecedência quem vai te levar ao aeroporto e marque a hora, lembrando que você tem de estar lá no mínimo uma hora antes para voos nacionais (domésticos) e duas para os internacionais.

Se for de táxi, ligue para uma companhia e reserve com antecedência e, se tiver muita bagagem, informe que deseja um carro grande.

Não é obrigatório usar cadeirinhas ou booster em táxis, mas em carros particulares, sim. Se você não for levar a cadeirinha no avião (se for alugar ou tiver quem te empreste na cidade de destino, se for usar transporte público ou táxi, não precisa), mas for pegar carona para ir ao aeroporto, peça que a pessoa instale uma cadeirinha, pois os aeroportos geralmente ficam distantes, porque é proibido andar sem cadeirinha, mesmo em distâncias curtas, porque você pode ser multado e, é claro, porque é mais seguro para os seus filhos.

Ah, e muitas cidades contam com serviços de ônibus especial para o aeroporto, daí você não precisa levar a cadeirinha.

Não esquecer o RG ou certidão de nascimento da criança (e o seu). Carteiras de motorista ou profissionais, embora sejam válidas em todo o território nacional, não valem como documento para cruzar fronteiras. Nem no Mercosul. Já passei por um grande perrengue ao tentar cruzar a fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina com minha carteira de jornalista.

Foi um sufoco e só deu certo porque eu trabalhava para um grande jornal e tive que dar uma carteirada na PF argentina, porque a brasileira nem olhou na minha cara. Melhor não pagar micos assim com crianças junto, né?

Se for viagem internacional e seu filho tiver aquele passaporte sem filiação, você tem de levar junto a certidão de nascimento, o que é ridículo, mas é necessário.

Aqui, abro um adendo para dizer que a Clarice, quando foi registrada, teve direito a uma linda minicertidão, da qual eu nunca tinha ouvido falar e, ao que parece, não é mais emitida (um amigo teve filho este ano e não rolou). Ela é do tamanho de um RG, já vem plastificada e vale como certidão original, só é mini. Bacana, né? Anda sempre comigo, principalmente em viagens. Com isso, até me acomodei e ainda não tirei o RG dela. O da Ciça eu tirei com 1 ano, para irmos para o Uruguai.

Se você não tem a minicertidão, providencie logo um RG para viajar pelo Brasil (ou pelo Mercosul) com seu bebê. É de graça.

Invista numa boa mala, daquelas com rodinhas que giram em todas as direções. Não conte com a solidariedade alheia, muitas pessoas não ligam tanto se você tem ainda um carrinho de bebê, com bebê dentro, é claro, então escolha uma que você possa empurrar tranquilamente com uma mão só, enquanto leva o carrinho com a outra. E, claro, coloque as suas coisas e as do bebê na mesma mala.

Durante

Você chegou ao aeroporto com seu bebê e isso já é o durante. Porque agora, amiga, é com você. Se o voo atrasar, se ele fizer cocô, se vocês precisarem correr, você vai ter de se virar. A Ciça, quando bebê, já foi trocada numa mesinha de lado, entre cadeiras de passageiros que aguardavam o voo, em Guarulhos, por questões de pressa, com aeroporto e banheiros lotados.

Improvise no que der ou no que precisar. Roube guardanapo das lanchonetes para limpar a sujeira que o seu filho faz (crianças sempre consomem muito mais guardanapos do que vêm naqueles saquinhos plásticos).

Faça valer seu direito e pegue a fila de prioridade. Mas não espere que seja assim tão rápida, afinal, os voos sempre estão cheios de crianças, velhinhos, grávidas, cadeirantes.

Para passar no raio-x, você vai ter de tirar o seu filho do carrinho. Se ele estiver dormindo, peça ajuda. E, mesmo se estiver acordado, não tenha vergonha de pedir ajuda, porque você precisará dobrar o carrinho, tirar bolsas etc.

Na sala de embarque, se não houver lugar para sentar, se valha mais uma vez do status de prioridade e peça um lugar para sentar. As pessoas adoram ocupar cadeiras com malas e bolsas e isso não está certo.

Se seu filho já anda, permita que ande por lá, desde que você possa ficar atrás, porque certamente ele vai mexer nas pessoas e não é todo mundo que gosta. Temos de respeitá-las, até porque não queremos que antipatizem conosco antes mesmo de o voo começar, né?

Vocês terão prioridade também no embarque. Leve o carrinho até a porta do avião, desmonte-o (as mães conseguem desmontar carinhos com uma mão só, enquanto seguram bebê, bolsa e casaco com a outra. Se achar que não consegue, treine em casa antes ou peça ajuda na hora) e, ao entrar na aeronave, avise aos comissários de bordo que vai querer pegar o carrinho na porta assim que chegar ao destino. Ele já estará etiquetado e irá num compartimento especial, não se preocupe. Talvez ele chegue um pouco sujo, mas ele chega inteiro e é uma mão na roda em qualquer viagem. Não me imagino viajando sem carrinho, não abro mão em hipótese alguma.

Você pode combinar o uso de carrinho ao do canguru ou sling, mas não deixe de levar o carrinho. Ele, além de carregar o bebê ou a criança, serve para pendurar bolsas, mochila, capas, casacos, squeeze e todo tipo de tralha que só uma mãe é capaz de acumular. Claro que você pode usar os carrinhos dos aeroportos (que eu saiba, só a TAM tem), mas como você fará na cidade-destino? Melhor não arriscar!

Ainda no avião, trate de fazer amizade com seu vizinho de poltrona. Empatia é tudo para uma viagem feliz e tranquila. E você nunca sabe quando precisará contar com o seu vizinho. Cultive-o.

Na minha experiência, a maioria das pessoas tem alguma empatia por bebês ou crianças. Pelo menos com as minhas sempre ocorreu, salvo na volta de São Paulo, em que a mulher fez questão de ser antipática, me propondo que mudasse de lugar. Eu me fiz de desentendida (ainda bem que isso só aconteceu agora, em que já fiz mais de dez voos sozinha com crianças) e fiquei na minha. Coloquei Clarice no peito, o que a fez dormir rapidinho (fora dele é opção sua, mas pratique a livre demanda no avião e verás como tudo fica tranquilo) e, quando ela acordou, ficou na boa.

Passado um tempo - em que ela perguntou "Quê isso?" para tudo o que via no avião e, se eu não respondesse, ela perguntava de novo, até saber tudinho -, eu a vejo brincando de esconde-esconde sozinha (pois a mulher antipática do nosso lado estava dormindo). Quando vejo melhor, não era sozinha. Estávamos na poltrona 8F e a pimentinha fez amizade com um moço da 8A. A nossa vizinha da 8D (a 8E estava vaga, ufa!) podia ser antipática, mas o 8A salvou a pátria e brincou à distância com ela, o que a entreteve por bastante tempo.

Nas outras viagens, os vizinhos de poltrona ou eram indiferentes (minoria) ou brincavam com as meninas. Em contrapartida, nunca permiti que elas andassem no corredor do avião, que mexessem nele sem meu consentimento (mas muitos as pegaram no colo, porque quiseram) e coisas assim. Procuro ser rígida para não atrapalhar o sossego deles. Tenho de admitir que com a Ciça era mais fácil, pois ela sempre foi mais tranquilex e obediente.

Clarice é mais agitada e com ela tenho de ser mais rígida. Andar no avião não existe para ela. Sempre pego a janela e não coloco sequer a hipótese de ir para o chão. Não sabendo que em tese poderia, ela nem se abala, quer mais é ficar em pé na cadeira, mexer nas revistas etc. Isso eu deixo.

Levo sempre brinquedinhos (novidades ou velhos e queridos), livros ou gibis, giz e canetinhas para rabiscar (leve tambpem papel ou bloquinho) e lanchinhos. Quem é adepto de introduzir os eletrônicos na vida dos pequenos desde cedo, pode usá-los com filminhos, joguinhos etc. Lanchinhos entretêm muito bem as crianças (e os bebês, que, se forem amamentados, ainda têm o peito para ajudar) e, se você escolher criteriosamente, são mais saudáveis que os servidos em avião. Não viajo sem.

Se você esqueceu o lanchinho ou o seu filho quer porque quer o do avião (e você não consegue negar ou quer evitar chororô), peça sempre o mais saudável (ou menos porcaria) e misture o suco de caixinha com água, diluindo a quantidade absurda de açúcar, sódio e conservantes. E assim não corre o risco de ele se acostumar àquele gosto mega artificial. Eu só sirvo suco para elas com água, até o de frutas naturais, quanto mais os industrializados.

Nos voos internacionais, você pode levar lanchinhos e pode levar mais líquido que o permitido, se o seu bebê tomar mamadeira. Outros líquidos, como remédios e soro para o nariz, por exemplo, você pode levar na bagagem de mão, desde que em saquinhos zip-lock e com receita médica, mas eles não costumam pedir.

Para viagens longas, eu recomendo levar soro fisiológico para pingar no nariz. O ar dentro do avião é extremamente seco e às vezes só água não serve para hidratar as vias respiratórias.

Se o seu bebê mama, amamente-o sempre que ele quiser ou você achar necessário, mas dê especial atenção aos momentos da decolagem e do pouso. Se chupa chupeta, dê nestes momentos. Vale também para dedo, mamadeira. Permita!

A Ciça passou a ter dores no ouvido depois de grande (falando assim, parece que ela é enorme) e não é fácil, ainda mais se eu estiver sozinha com as duas. Por sorte, ela só teve duas vezes, em voos em que o avião fica descendo muito lentamente, tipo taxeando, sabe? Eu a ensinei a engolir, bocejar, abrir bem a boca etc., mas ela fica tão desesperada que não consegue pôr em prática. O ideal, sabendo que seu filho tem predisposição, é dar um alimento nesta hora, água (leve uma garrafinha, para não depender das comissárias na hora do pouso) e tente acalmá-lo e ensiná-lo as técnicas para amenizar a dor antes, se possível.

Depois

Chegando ao destino, você provavelmente já terá uma programação ou um esboço dela. Ou vai encontrar o pai da criança ou algum familiar, amigo. Ou tem um compromisso, enfim, planeje a sua chegada e os seus dias e tudo ficará mais fácil. Se for uma cidade desconhecida, procure por um mapa e um guia cultural assim que se instalar.

As dicas que eu dou aqui servem para qualquer destino. Mãe sempre pensa no casaquinho e na possibilidade de mudança de clima, né? Então ande com uma bolsa grande ou mochila em que você possa levar além de fraldas e itens de higiene, além de água e lanchinhos, roupas em camadas para os passeios.

Antes de sair do hotel, veja a previsão do tempo para aquele dia e vista o bebê (ou criança) em camadas. Ou, se o dia começar quente e for esfriando (ou vocês entrarem num lugar com ar-condicionado mais gelado), tenha sempre em mãos uma calça (uma meia-calça grossa, no caso de meninas), um gorro, um casaquinho, uma manta. Às vezes, eu cubro as meninas com meus lenços e echarpes.

E não saio nunca, nunquinha, sem a minha capa de chuva para o carrinho. É outro item que não dá para viajar sem. E, durante as viagens, o carrinho sempre pode ser usado para pendurar suas coisas, as da criança e as compras. Permita, é claro, que seu filho ande, brinque, corra, mas tenha sempre o carrinho por perto para cochilos, momentos de atravessar ruas, momentos em que não dá mesmo para deixá-lo solto, para refeições e para te aliviar os braços.

Capa de carrinho e vestir em camadas

Programe-se para os lanchinhos no meio da sua programação. Uma dica é levar um pote vazio e uma bolsa térmica pequena para as viagens. No hotel (ou onde estiver hospedado), corte as frutas do café da manhã em pedacinhos, coloque no SEU potinho e vá oferecendo ao longo do dia. Eu pego também frutas inteiras, como maçã, ameixa e bananas, que duram mais - e muitos guardanapos, para as eventuais sujeiras. E passo o dia na rua com elas numa boa.

Além dos guardanapos, convém andar com álcool gel e lenços umedecidos, mesmo que seus filhos sejam grandes. Não é em todo lugar que vocês poderão lavar as mãos - e talvez precisem. Babadores, mesmo para os maiorzinhos, também são benvindos. Blusas extras para trocas também.

Se você estiver num flat, apartamento alugado ou casa de alguém, passe numa frutaria já no primeiro dia e faça o mesmo procedimento todas as manhãs. Caso seus filhos tenham outros lanches que não apenas frutas (como algum biscoitinho), já leve na quantidade certa, o potinho pode servir para isso também.

Claro que numa viagem você e seu filho podem estar abertos a novos sabores, novos gostos, mas, se não quiser contar com o acaso, providencie o lanche antes. Na hora você decide se vai dar o seu ou o que achou para comprar na rua. Eu sou chatinha com a alimentação das meninas, então me precavejo (quase) sempre.

Não tenha vergonha de pedir aos funcionários do hotel que lavem seus potinhos. Ou que os esquente, caso você queira esquentar uma papinha ou mamadeira e não esteja em um flat com micro-ondas no quarto nem em casa de parentes/ amigos.

Se o seu destino for São Paulo, lembre que nas padarias você pode fazer lanches, beber sucos naturais e até fazer refeições. E elas estão em toda parte, o que facilita a sua vida.

Mas, em qualquer destino, em todo lugar sempre tem um sacolão, uma quitanda ou feira ou supermercado para você comprar frutas (então viagem não é desculpa para não dar fruta fresca para os pequenos) e outros lanches. Localize-os já no primeiro dia da viagem e facilite a sua vida.

16 comentários:

  1. Dani disse...:

    Posso curtir??? MUITO!!!! Amei, amei, amei!

    Tenho uma bebê de quase 11 meses, viajei algumas vezes, mas sempre com a vovó ou o papai junto... as dicas foram ótimas para que eu crie coragem de ser mãe de verdade e pare de me pendurar em alguém para, finalmente,viajar sozinha com a minha baby.

    Excelente, excelente, excelente, obrigada pelas dicas e sinta-se à vontade para postar mais e mais dicas, sempre!

    Beijos!

  1. Gabriela disse...:

    Adorei o post, Paloma!

    Estou me preparando para uma viagem internacional com o Tomás, e o post veio mais do que na hora certa.

    Você me acalmou muito!

    Muito obrigada pelo post!
    Beijo

  1. lolo disse...:

    Eu viajei sozinha com a Lara pela primeira vez para Goiânia e, tirando uma passageira inconveniente que se sentou na poltrona do meio, com as duas pontas vazias, e não quis mudar de lugar (acredita???), o restante correu bem. Outros passageiros ajudam muito a distrair bebês em avião, hehehe. Ah, e eu sou a freak das listas, tenho uma permanente para viagens e um aplicativo no Iphone "pack the bag", kkkk

  1. Thaís Rosa disse...:

    mais um super post de utilidade pública!
    adorei, e vou reler quando chegar minha vez.
    mas, pra mim, a maior novidade foi essa capa de chuva pra carrinhos! nunca vi... tem pra vender por aí?
    beijocas!

  1. Sarah disse...:

    Uau, post completíssimo! Já viajei sozinha com Bento 2 vezes de avião, na primeira ele tinha 1 ano e 5 meses e na segunda 2 anos e meio. Algumas dicas que vc deu eu já usei, como a chupeta durante pouso/decolagem na primeira viagem. Na segunda, ele já não chupava chupeta e fui conversando com ele, estimulando que ele mexesse o maxilar para evitar a dor.
    No mais, adorei tb sua série sobre SP, só agora consegui ler todos os posts. Vou favoritar, tem dicas ótimas de passeios. Quem sabe conseguimos nos conhecer em uma próxima visita de vcs à terra da garoa...
    bjos

  1. Paloma, a mãe disse...:

    Thaís, nunca vi para vender no Brasil, mas é bem capaz de ter na Alô Bebê ou em lojas (ou sites/ blogs) de produtos importados para bebês. Esta capa eu comprei nos EUA por US$ 11. É uma capa universal (acho que é da MacLaren), se adequa a qualquer modelo de carrinho.
    Alguns (poucos) modelos de carrinho aqui no Brasil já vêm com a sua (já vi nos carrinhos da Chicco).
    Ela é furadinha, a criança não sufoca, não tem perigo algum. Mas protege muito bem da chuva e dos ventos fortes. Super recomendo.
    Beijos

  1. Paloma, a mãe disse...:

    Sarah,
    Vc estava no interior na semana que eu estive aí, mas eu "encontrei" uma amiga sua na Livraria Cultura, acredita? É uma colega de trabalho sua (acho), me reconheceu, falou que lia o blog e que te conhecia.
    Fiquei morrendo de vontade de esbarrar com vc também...
    Beijos

  1. nossa, vc está ficando especialista em dicas boas, né?? adorei! verdadeiro manual de sobrevivência!!!

    Mais um post que vai para os meus favoritos!

    bjos!

  1. Ufa' rsrs
    Ameei aquii!
    Espero sua visitinha!
    Beijos ♥

  1. Sarah disse...:

    Caramba Paloma, quem vc encontrou?? Que coincidência doida!! Como não vou mais no escritório não sei quem foi... Fiquei curiosa!! Lembra o nome??
    E realmente, quem sabe não nos esbarramos da próxima vez?!
    bjao!

  1. Avassaladora disse...:

    Também era especialista em viajar com o Gui sozinha, com os dois já tô achando tudo meio complicado, mas vou superar!!!
    Completando suas dicas, eu indico que em conexões internacionais, vocês despachem o carrinho logo para o destino final, porque às vezes, ao esperar o carrinho chegar (às vezes demora) você pode perder a conexão!!!!
    Eu usei muito o canguru com o Gui e na minha última viagem eu usei o Sling com a Ciça, é ótimo para deixar as mãos livres, principalmente na saída do avião, onde todo mundo tá de pé e querendo correr...hehehehehe

  1. Avassaladora disse...:

    No quesito comida, tenho tido muitos problemas, principalmente quando a galera já come a comida local e não mais papinhas... Na Argentina era dificil achar comidinhas básicas pro Gui e pra Ciça... muitos sabores diferentes...

  1. Paloma, a mãe disse...:

    Sarah,

    Não lembro o nome... Será Ana?

    Ai, não sei!

    Beijos

  1. Paloma, a mãe disse...:

    Flávia,

    Nestes casos, eu apelo para muita comida italiana (que é molinha e toda criança come), ovo cozido e pedacinhos de carne.

    Arroz vc nunca acha nestes lugares, né? E as minhas duas são loucas por arroz. Mas aí tem que ser no improviso mesmo, só a pasta salva!

    Sobre a conexão, se vc pedir o carrinho na porta do avião, isso não acontece. O problema é queando ele vai para a esteira. Aí corre o risco de perder a conexão mesmo! Mas eu sempre pego a porta (tem que lembrar de avisar aos comissários na entreda, just in case) e tem dado certo assim.

    Beijos

  1. Mamãe do Enzo disse...:

    Nossa muito bom esse post, o meu baby está para nascer mas já tenho viagem programada para março é uma viagem curta de 30 ou 40 minutos, mas tinha dúvida sobre o carrinho no avião.
    bjos

    http://maeefeliz.blogspot.com/

  1. Milena Lanne disse...:

    Oi Paloma, tudo bem? Excelentes dicas. Excelente post! Ja vou deixar essa pagina guardadinha para eventuais precisoes! Muito obrigada mesmo. Agora preciso de uma ajudinha, meu bebe tem um mes e meio e outro dia li um post seu sobre livros de historia e musicas para bebes. Como li rapido, fiquei de voltar e ler com calma. Masss nao to encontrando mais. Me manda o link por gentileza? Beijinhos e obrigada desde ja por tantas palavras muito bem usadas aqui neste espaco. Milena Lanne

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