O que fazer quando...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Estas perguntas NÃO são retóricas, eu quero mesmo saber o que vocês fariam se fosse com vocês ou o que me aconselham. Organizei em tópicos para ajudar nas respostas:

1 -O que fazer quando sua filha mais velha compra um presente de aniversário com o seu próprio dinheirinho (que ganhou da bisa no Natal) e tem o seu objeto-de-desejo-realizado constantemente furtado pela irmã pentelha caçula, que ainda por cima prefere usá-lo sozinha? Até quando devo interferir ou seria melhor colocar um fone de ouvido e deixar elas se estapearem resolverem sozinhas?

1.2 - Interferir quando as duas criaturas em questão são seus filhos é patrulha ou instinto de preservação da (minha) espécie?


2 - O que fazer quando você leva a sua filha para um curso de férias na escola, para que ela não perca o contato com o ambiente escolar nem com a nova língua (francesa) durante o interminável recesso de Carnaval e a menina volta cantando "Ai, se eu te pego", em português mesmo, música ensinada por uma das cuidadoras (eslovena), aquela com a qual sua filha tem mais afinidade?

- Ai, se eu te pego, Clarice...

33 comentários:

  1. hahahahahahahaha. Primeiro, pega a cuidadora. Em relação às meninas, sou pouco experiente no assunto. A não ser por minha própria vivência com minhas irmãs. Uma coisa é certa. Hoje elas brigam pelo brinquedo, amanhã pela blusinha/ calça... e por aí vai...
    Mulheres, minha cara, mulheres.
    Põe o fone e sai cantando pela casa...

    Beijos e um dia lindo!

  1. Bem, eu acho que nós sempre devemos preservar o ambiente individual dos nossos filhos, para que no futuro eles possam fazer isso sem a nossa interferência. Portanto se fosse aqui em casa eu retiraria o brinquedo da Clarisse e devolveria a Ciça nos momentos aonde a pequena não quer emprestar. Aqui em casa Alice tem os seus momentos de brincar sozinha no quarto e Rafael a imita e vai proquarto dele brincar e fica de portas fechadas.

    Sobre a cuidadora acho que não dá pra fazer nada em relação a isso. É compreensível porque a Ciça gosta tanto dela. Bjsss

  1. Há!! Deixa eu rir um pouco Paloma, pq é pra acabar como essa música se espalhou como um vírus pelo mundo inteiro. Aqui também toca direto nas rádios, academia e em todo lugar. E o mais melhor de bom é que por eu ser brasileira querem q eu dance a maldita musiquinha...kkkkkk.

    Bjus pra vocês e sorte!!

  1. marta santos disse...:

    Olá Paloma, antes de mais gostava de lhe dar as boas vindas( atrasadas) ao velho continente.
    Em relação á primeira pergunta, acho que a Clarice já está com idade para perceber que existem coisas que são dela e outras da irmã, eu sei que é muito cansativo estar a ouvir chororó por causa de brinquedos, mas se não insistir-mos os mais pequenos vão abusar SEMPRE e isso não é justo para os mais velhos.

    Eu só tenho uma filha com 3 anos e 3 meses, mas ela é a prima mais velha do lado do meu marido, e quando as primas pequenas nos visitam é necessário patrulhar sim.
    A minha filha é bem sossegada e tem bastante paciência para as birras das primas, mas nunca se sabe e se um dia ela resolve bater ? E crianças batendo uma nas outras, na minha casa não !

    Eu não acredito que essa música chegou á Eslovénia, mas é mesmo uma praga !!!
    A minha Helena aprendeu não sei onde mas não é difícil por que se ouve em todo o lado, mas eu disse 3ou 4 vezes que não gostava, não achava bonita, começei a cantar outras músicas com ela e acabou por parar.

    Beijos para toda a familia, e desejos que esta nova etapa das vossas vidas seja repleta de momentos de muito aprendizado, alegria e amor.( não necessariamente por essa ordem).

  1. Nivea Sorensen disse...:

    haha... Eu tb pegaria a cuidadora.
    Beijos

  1. Lorraine disse...:

    hahahhaahahha!!!!

    eu acho que ai cabem algumas combinações viu? tanto com cali quanto com ciça. a patrulha é aquele povo que grita,xinga e julga sem prestar a menor atenção no que está acontecendo com a criança e suas brincadeiras.

  1. Renata disse...:

    Olha, sou suspeita porque o post da "patrulha" foi um super puxão de orelha pra mim...eu comecei a refletir e me dei conta que interfiro demais, inclusive em casa.
    A Nana é irmã mais nova beeeeem pentelha e eu acabo interferindo...acho que nesse caso interferiria sim, tadinha da Ciça, E depois diria pra Ciça emprestar pra Cali quando não quiser mais brincar.
    Agora a cuidadora...pega na saída! rsrs!
    beijoca

  1. Carolina Pombo disse...:

    Paloma, aí vai minha opinião:
    1) Interfira sim. Acho que a Ciça vai se sentir mais autorizada a "preservar" seu objeto de desejo, se você mesma tentar mostrar para a Clarisse que ele é da irmã.
    2) Acho que é patrulha mesmo... mas a gente precisa de poliça na rua não é mesmo? Infelizmente (ou felizmente) as crianças também precisam de adultos que as ensine as regrinhas básicas de convivência.
    3) Eu não interferiria. Sério. Também levei esse susto aqui em casa. Laura cantando esse refrão e quando perguntei onde ela ouviu essa música, ela disse que foi no celular da Tati (a babá que fica com ela de manhã). Eu simplesmente falei pra ela que aquela música não era adequada para a idade dela, para que ela ficasse cantarolando. Mas, não falei nada com a Tati, por que não quero ser uma patrulhadora dos pequenos hábitos da minha babá. Ela tem todo direito de colocar essa música como toque do celular. Eu não me sinto à vontade para pedir que ela mude o toque ou coloque o celular no silencioso. Acho que seria demais. Da mesma forma, você não tem como interferir no gosto musical da professora... ainda mais aquela que Ciça mais gosta. Também, acho que isso não causará nenhum dano à aprendizagem dela!
    Boa sorte!

  1. Liza disse...:

    Sobre a rivalidades entre irmãs, vou dar meu pitaco. Acho que tem de inteferir. Falo isso porque venho de uma família de 3. Minha irmã caçula sempre se dava bem. Por ser pequena, podia tudo. Eu e meu irmão convivemos muito com essa história e não foi legal. Portanto, se você acha justo que sua filha brinque com o brinquedo dela sem a interferência da caçula, não deixe que a pequenina leve a melhor só por ser a menor. Faça aquilo que achar mais justo, independente da idade (até porque quanto mais velhas elas ficarem, menos aparente vai ser esta diferença).

    Sobre a música, relaxa. Pensa em todas as músicas que você ouviu quando era criança e eram trash (você é baiana, não? fui criada na bahia tb e ouvi muuuito axé e pagode com letras duvidosas e nem por isso perdi o rumo). E mais, não podemos controlar tudo aquilo que nossos pequenos "consomem". A gente pode até sugerir uma ou outra coisa, mas não dá para ter o controle total.

    bjim

  1. Laura disse...:

    Oi Loma!
    Apesar de só ser mãe de Marina,Yde tem outros 2 filhos e algumas vezes passo pela mesma situação que vc.
    Eu interfiro QUASE sempre;depende do momento,sabe?!Tem horas que percebo que posso deixar os dois se resolverem mas tem horas que me meto mesmo pra preservar a individualidade de cada um.
    Quanto a música não acho que vc deva valorizar muito esse episódio não...aqui na Terra dos Tamancos tb fomos invadidos por Michel Teló e volta e meia pego Marina no altos dos seus 02 anos e meio cantarolando"ai se eu te pego" e não esquento não...não é o tipo de música que ela escuta aqui em casa,mas não posso evitar tudo fora dos meus domínios,né?!Acredito que se eu não valorizar muito,ela esquece e passa pra outra mais condizente com a idade dela.
    bjs!

  1. Oi querida eu tentaria de algum jeito fazê-las dividir o tal objeto.
    Eu conheço uma mãe com a história parecida e ela "tomou" o brinquedo até as filhas se resolverem, isso durou... Quase 1 semana, mas depois elas se resolveram e quando o brinquedo foi devolvido pela mãe elas dividiram.

    E sobre a música... kkkkk... Meu Deus!! Aí fica difícil, rs.

    Beijos

  1. Anne disse...:

    Ainda não cheguei na fase do estapeamento. Meu mais velho é da idade da sua mais nova certo?
    Mas eu acho que é patrulha. Acho que é a gente tentando impor oque aprendemos, e repetindo os comportamentos de nossos educadores. Não por mal, não somos do mal. Somos cheios de boas intenções.
    Não que seja errado patrulhar. Mas me parece sacal patrulhar o tempo todo e por qualquer motivo. Cada mãe sabe do seu limite, mas por aqui, enquanto não oferece risco para integridade física, estou deixando rolar.
    Tb tem que desapegar de alguns conceitos... pode ser que se estapeiem o tempo todo, Mas e daí? Quem disse que tem que ser harminia em tempo integral? Sei lá.
    É muito chato ser juíza o tempo todo. Resta saber se é necessário mesmo, ser juíza o tempo todo.
    Sobre a cuidadora... depressão, né?

  1. Mari Moscou disse...:

    Eu acho que sobre a música é só dar risada. Vocês não ouvem isso em casa, ela tem um background de musicalização já muito bom! Quer dizer, por mais que ela se divirta ou ouça isso agora, muito pouco provável que ela vai realmente gostar desse tipo de som quando tiver mais consciência sobre ele... O que ñ rola, penso, é proibir, etc. Caramba, eu ouvia tanta Xuxa quando era criança! Mas também ouvia Saltimbancos, Caetano, Chico, Gil, Janis Joplin... Hoje a única coisa que ñ ficou foi a Xuxa, haha.

  1. Marie disse...:

    Paloma... Permita-me... Ou morreria explicando que o presente é da irmã ou compraria um igual (pra ficar em paz) "o q eu acho menos pedagógico"! Mas uma opção... Quem sabe no niver da Cali se o interesse ainda existir... Pode ser apenas medição de forças, de provar-se!
    2. Suponho q a cuidadora ñ sabe o q diz em portugues e quis agradar a Ciça por saber q ela fala o idioma! Pior q os maravilhosos Mamonas Assassinas ainda ñ existiu e quem nunca saculejou ao som deles q atire a primeira pedra na própia cabeça pois perdeu de ser feliz. E quem nunca rebolou o tchan? (Ainda bem q eu era criança inocente e mem sinto culpa)... Ela sobreviverá sem sequelas.
    Aqui toca 4,5 vezes por dia. Fico feliz por Teló. Espero q ele fique ainda mais famoso, vire rico, e q cante pra Jesus no futuro! Lembra das machinhas carnavalescas q nossos pais cantavam? Tem duplo sentido lá tbm!
    Ser mãe é um desafio... Meu filho ñ quer comer nada além de pizza, ficou das 6 até às 20 sem comer quando insistí no contrário, hoje faz 2 horas de sport e ñ comeu nada pq na salada pus um fio de azeite. Sentei e chorei d raiva e tristeza só em pensar em q ele ama coxinha! Lhe permití uma nos 15 dias de férias, domingo do Brasil voltamos e tá difícil demais faze-lo comer! bjs e espero ter ajudado!

  1. Todos os comentário foram pertinentes, mas o da Patricia foi no ponto. Eu não tenho experiências com meninas também sou mãe de um filho homem único. Então vou falar como irmã cacula, brigas vão ter sempre. Acho que só paramos de brigar depois que casamos...rsrsrs. Se fosse comigo eu tentaria intervir um pouco e um pouco deixar rolar...sabe sem ficar em cima toda hora falando. bjo grande

  1. 1- Eu acho que Ciça não deve ser obrigada a emprestar o brinquedo que ela comprou, mas acho também que vc deveria explicar que emprestar é legal e faz parte da vida, não apenas para a Cali que é irmã dela, mas para qualquer criança que ela tenha amizade. Como disse, a Ciça não pode ser obrigada a emprestar e nem a Cali beneficiada pq é mais nova, mas ambas devem ceder. Ciça deve saber que a Cali tb tem interesse de brincar e Cali deve saber que depois de um tempo a Ciça vai querer de volta. Vai rolar choro? Vai, e isso é natural! Aos poucos e com muita naturalidade as coisas se ajeitam.

    2 - Carol é tranquila demais no lance de emprestar e eu incentivo isso desde que ela era pequena. Aqui em NY o 'sharing' é quase um mantra e funciona até em parquinhos públicos, onde as crianças devem ceder a vez no balanço, por exemplo. Eu adoro isso, Paloma! ano passado levei Carol ao Rio e senti que por lá não é bem assim. Pra vc ter uma idéia Carol teve que esperar quase uma hora até que a menina que estava no balanço decidisse sair. Os pais acham que se a menina chegou antes ela tem mais direitos. Eu discordo! Recebo muitos amigos da Carol e se brinquedo for motivo de discórdia eu tiro. Não admito que Carol monopolize o brinquedo com a alegação de que é dela. Quem não partilha, não tem amigos, simples assim. E não acho justo ver qualquer criança chorando pq ela decidiu que não vai emprestar. Mas é bem verdade que isso deve ter acontecido umas duas vezes aqui em casa, não mais. E se a criança que eu recebo tiver este tipo de comportamento, eu falo! Se não deixo os outros chorarem, não deixarei a minha filha, claro! Sempre explico que brincar junto é infinitamente mais legal!!!

    3 - Quanto a música, relaxa! Quanto mais vc se chatear e lembrar a ela que não gosta, mais ela se lembrará! Certamente, a moça fez para agradar. Carol aprendeu também, adivinha com quem? Oa avós! RS! Eu não acreditei que estavam ensinando aquele lixo pra ela, frase por frase e ela reproduzindo feliz da vida! Mas não dei importância e hoje ela não lembra mais!

  1. Camila disse...:

    1) Acho que dá pra equilibrar (ou pelo menos tentar hehehe) entre interferir e deixar rolar. Fora que essa decisão é muito pessoal, sei lá... Acho que você tem de se perguntar: o que VOCÊ acha justo? Ciça pirraça Clarice por ter o tal brinquedo e a irmã não? Clarice quer mesmo brincar com o negócio ou só "provocar"? Cada circunstância merece uma (não)interferência diferente... Na teoria é fácil, né? Na prática a gente dá um grito e joga o brinquedo pela janela: "PRONTO! ERA ISSO QUE VOCÊS QUERIAM?" aahahahah Ai, Deus...

    2) Acho que não tem o que fazer, não. Juro que não conheço essa música (só ouço falar), mas tá na neve é pra se molhar... São as coisas do mundo...

  1. Lia disse...:

    Se eu fosse a Ciça, eu gostaria que você botasse a Cali de castigo e a proibisse de pegar meu lindo brinquedinho. Se eu fosse a Cali, eu gostaria que você mandasse a Ciça me emprestar seu lindo brinquedinho porque eu sou pequenininha! hahahahah
    Pra não te deixar sem resposta, vou fazer igual o José Martins e pedir mais detalhes: o que a Ciça faz nessas situações? Ela não consegue se impor? A Cali tá pintando e bordando pra cima dela? Se você deixá-las resolver sozinha, qual será o desfecho? E se você intervier, será em que sentido?
    Quanto à musiquinha brasileira, eu ignoraria porque logo passa.
    Bjos!

  1. Sheila Rotth disse...:

    Não tenho como opinar nas primeiras questões, pois não tenho experiência, mas quanto a musiquinha: ela cantou toda a musica? ou só o refrão?? pq eu cantei direto o refrão na praia com meus sobrinhos, na cabecinha deles não tem maldade, e eu cantava no intuíto da brincadeira mesmo, eles faziam arte, e eu cantava, -Ai se eu te pego... mas eles são uma "delícia" mesmo fazendo arte.. acho que a prof dela cantou neste mesmo sentido... acredito eu que não seja motivo de grandes preocupações.
    Um bj pra vcs.

  1. Natalie disse...:

    Paloma,

    eu interferiria sim, por duas razões:
    1-)É preciso ensinar respeito a si mesmo e aos outros para os pequenos. Se você não deixar claro que o brinquedo é da Ciça, vai gerar dois problemas: A Ciça pode se sentir desvalorizada por ser desrespeitada em algo que era importante para ela e a Clarice vai demorar mais tempo para aprender a respeitar a irmã e ver que, na convivência, há limites, e respeitá-los é sinal de amor.
    2-) Isso aconteceu exatamente assim comigo e com meu irmão (sou a mais velha). Resultado: eu que, pequena, era louca pelo meu irmão, tive problemas de relacionamento com ele por muitos anos porque meus pais não interferiam em flagrantes injustiças só porque ele era menor. É claro que os bebês não fazem por mal, claro que deve ser tudo feito com amor e sem parecer que você está imputando culpa à Clarice. Mas é preciso não deixar parecer que tanto faz quanto tanto fez. Isso de os irmãos resolvem é balela.
    Quando somos pequenos, esperamos ajuda dos pais e muitas vezes é o que eles fazem que vai nos dar a medida de quanto "valemos" para eles, mesmo que seja uma leitura equivocada infantil.

    MAS, antes de tomar qualquer atitude, eu ouviria a Cecília: ela se incomoda quando a irmã pega? sempre que pega ou só de vez em quando? quando pega e não compartilha ou sempre que pega? o que a incomoda de fato (a irmã pegar, a irmã não compartilhar, a irmã não emprestar nada em troca etc)? Ouça o que ela tem a dizer e aja como intermediadora do conflito, ou seja, como você é quem tem esse "poder", ajude Cecília a fazer Clarice respeitar os limites da Cecília. Isso não é interferência, não é patrulha, é vc ajudando as meninas a se comunicarem em pontos em que a Cecília não tem como fazer isso sozinha, nem deve, já que não é papel dela ensinar bebezica a respeitar as diferenças. E assim, de quebra, vc ainda dá exemplos para a Cecília sobre como ela poderá, mais para frente, com amiguinhos etc, fazer valer seus argumentos, em "disputas" entre iguais (o que não é o caso aqui, já que ela sabe que irmã é "café-com-leite", já que tem afeto fraterno envolvido, já que tem o afeto dos pais envolvido etc.

    Boa sorte aí.
    bjs

  1. Julia disse...:

    Cante com ela! :)
    Beijinho, Julia

  1. Julia disse...:

    Cante com ela! :)
    Beijinho, Julia

  1. mperri disse...:

    Bem... primeiro corra para o banheiro, se tranque e ria, muito! Depois, o que eu faria:
    - Sobre o brnquedo, explicaria para a mais nova que aquele brinquedo era da mais velha que o tinha comprado com o seu próprio dinheirinho (não que a mais nova entenda isso, mas a mais velha entende e é isso que vale), e que ela só pode usar esse brinquedo quando a mais velha emprestar! E, mostre para a Cali que ela tem MUITOS brinquedos que são dela também...
    - sobre a música do Telo? Bem, não dê atenção... ignore que logo passa...

  1. Dani Garbellini disse...:

    Ainda não tenho o que responder, então, aproveitando para aprender sobre ser mãe de dois.
    Já sobre a música, o máximo que pode fazer é se esforçar para você não ser a próxima a se pegar cantando no chuveiro: ai, se eu te pego...
    Beijoca!

  1. Fabiana Alvim disse...:

    Essa música praga dos infernos... pior eu que fui perguntar se o moço da música tava brincando de pega-pega...

  1. Neda disse...:

    Estava dando de mamar e pensando sobre o assunto, como mãe e como irmã mais velha. As perguntas propostas pela Lia são importantes. Irmãos já dividem praticamente tudo, do espaço físico (afinal são dois ou mais na mesma casa) à atenção dos pais, dos parentes ... todos nós sempre vamos ter um objeto que queremos mais, que protegemos, as vezes por que é novidade, as vezes por que foi dado por alguém que gostamos muito.
    Fico aguardando a solução do problema.
    Bjs

  1. Carolina disse...:

    Como o brinquedo é da Ciça, tira da Cali e devolve. Se é um caso de brinquedos coletivos, aqui em casa só interfiro quando chega ao ponto de virar violência, caso contrário prefiro deixar elas tentarem resolver sozinha pq acho importante pra relação delas até mesmo as discussões. E quanto à música: #simata. Eu acho que faria isso. hahahaha

  1. Oi Paloma, sinto que estou em falta com você. Leio seu blog a algum tempo e já aprendi muito com ele. Adoro a forma como você escreve, a delicadeza com que conta as novidades das suas filhas. Parabéns pelo blog!
    Meu nome é Paula e sou mãe da Catarina. Minha filha fez 1 aninho este mês e é a maior riqueza da minha vida.
    Beijos, e boa sorte nesse país lindíssimo que você esta morando!

  1. Paloma, eu confesso a você que interfiro de acordo com o momento. Quando vejo que a briga está "leve" e por um motivo banal, eu espero e deixo elas resolveram (fico só de butuca ouvindo os argumentos de cada uma). Se estão à beira de se estapear e o motivo é justo intervenho e decido, patrulho mesmo.

    Se o impasse envolve outras crianças, normalmente adoto a conduta de aguardar até o último momento para ver o que acontece. Se eu perceber que a coisa está piorando, aí entro em cena. Enfim, inicialmente me mantenho à distância e utilizo o meu termômetro pessoal para decidir a ora de intervir.

    Fico atenta também à frequência das brigas pelo mesmo motivo e à forma como se tratam, para decidir se a intervenção deve ser imediata ou se posso esperar.

    Cada família tem de encontrar o seu "limite" de intervenção, que pode ser pequeno ou bem elástico.

    bjos!

  1. Oi, vc tem dois dilemas, mas com calma e conversa você conseguirá resolver. Quanto a música é assim mesmo por mais que agente tente sempre tem alguém que ensina o que não deve.

    Bjsssssssssssssssssssss

  1. Maria disse...:

    Oi Paloma, Gostaria muito de uma opinião...meus filhos tem a mesma idade das suas meninas e estamos super insatisfeitos com a escolinha do mais velho. Meu marido veio com a idéia de colocá-lo na mesma escola da filha de um amigo nosso, só que a escola é bilíngue e ele teria que entrar cedo e sair só as 15h45. Estou com o coração apertado, pq trabalhamos o dia todo e ele não almoçaria conosco e ficaria menos tempo com o irmão, por outro lado tem a história do ensino que é super bom, o que vc acha?

  1. Clarinha disse...:

    Caramba, essa música é uma praga? Bem, com certeza, ela vai esquecer isso. Provavelmente a cuidadora não tem noção do que ela está cantando. Não sei se vale a pena o esforço de tentar explicar à cuidadora o teor da música não adequando a crianças. Como sou barraqueira, provavelmente gostaria de ir ter essa conversa.

    Agora, sobre as brigas. Eu concordo com as meninas que aconselhar interferir. Interfira pra explicar à pequena Cali que o brinquedo é da irmã, mas também incentive a mais velha a compartilhar. Não sei como fazer isso, não tenho receita, nem mais de um filho e você é bem mais descolada que eu nesse mundo-mãe, mas acho que conversar, mesmo que não tenha efeito a curto prazo, é sempre bom.

  1. Buenas tardes a todos. El nieto (7 años)de unos amigos, me ha enviado esa música al tiempo que afirma que la está escuchando siempre que puede, aburriendo, supongo, a propios y extraños. Se ha convertido en un fenómeno de alcance mundial y hay versiones en español. Aprovecho la ocasión para mandaros un gran abrazo y muchos recuerdos nuestros desde Alfacar.

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